Terça, 21 Outubro 2014
UNRIC logo - Portuguese

A ONU na sua língua

É preciso ajudar imediatamente as vítimas do terramoto para impedir uma segunda vaga de mortes* Jan Egeland, Secretário-Geral Adjunto para os Assuntos Humanitários e Coordenador do Socorro de Emergência da ONU

Quatro semanas depois de um violento terramoto ter atingido o Sul da Ásia, o número de mortos, de pessoas sem abrigo, de feridos e de desamparados não pára de aumentar. A situação é tão urgente quanto desesperada. O número de vítimas, que se eleva actualmente a 73 000, poderia duplicar, se não se obtiverem imediatamente fundos para o socorro de emergência e se a ajuda não chegar rapidamente. O implacável inverno himalaio aproxima-se rapidamente e estamos a correr contra o tempo para salvar vidas no Paquistão. Juntos, devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ganharmos esta corrida.


É indispensável um aumento maciço imediato do socorro de emergência, nas próximas três semanas, para evitar uma segunda vaga de vítimas. Se não se verificar, desenha-se no horizonte uma catástrofe.


Tanto quanto sabemos hoje, o terramoto deixou três milhões de pessoas sem abrigo, numa região situada a uma altitude em que o clima é rigoroso. Pelo menos dois milhões de pessoas precisam de auxílio urgente. Há mais de 69 000 feridos. Todas as infra-estruturas essenciais foram destruídas, numa região que se estende por mais de 28 000 quilómetros quadrados. Partilhamos o sofrimento dos Paquistaneses, ao mesmo tempo que nos preparamos para a difícil tarefa de tentar chegar aos quase 30% das vítimas que ainda não receberam assistência.


As medidas de emergência internacionais têm sido entravadas por dois factores: a falta gritante de fundos destinados ao socorro de emergência e a extrema dificuldade em chegar a todos os sobreviventes do terramoto.


A acção do pessoal humanitário no Paquistão tem sido dificultada por um pesadelo logístico como nunca se vira, nem sequer quando da catástrofe do tsunami. Vários factores – a altitude, o terreno montanhoso, a destruição quase completa das infra-estruturas de um território imenso, os constantes aluimentos de terras, as réplicas e um inferno rigoroso iminente – criaram o mais difícil problema logístico que a comunidade internacional já conheceu. A dimensão do problema mostra até que ponto uma boa cooperação no terreno é indispensável, para que os escassos recursos sejam utilizados da melhor maneira.


Em segundo lugar, temos uma necessidade imediata de fundos para o socorro de urgência.  Na verdade, já precisávamos deles ontem. Cada dia de atraso implica um risco de condenação à morte para milhares de feridos, de pessoas com fome e sem abrigo, em particular crianças de tenra idade, que são os mais vulneráveis à doença e ao frio.


As necessidades imediatas no terreno continuam a ser enormes, o que levou a ONU a duplicar praticamente o montante do seu primeiro apelo à concessão de fundos, que passou a elevar-se a 550 milhões de dólares. Exorto todos os países doadores europeus, o sector privado e os cidadãos do mundo inteiro a abrirem o seu coração e as suas carteiras e a mostrarem-se tão generosos como foram quando da crise do tsunami.


Dez dias depois da catástrofe do tsunami, a ONU tinham reunido 80% dos fundos necessários. No Paquistão, pelo contrário, um mês depois, só se conseguiram 22% dos fundos pedidos para o socorro de emergência. Numa época em que o mundo nunca foi tão rico, em que nunca houve tantos países ricos na Europa, na Ásia e na América latina, não há desculpa para a inacção.


Exortamos todos os doadores – públicos e privados – a responderem com urgência ao apelo humanitário das Nações Unidas e a concretizarem imediatamente todas as contribuições anunciadas. O apelo da Organização a favor das vítimas do terramoto é geral, no seu alcance, e explicável, na sua aplicação. São garantidas aos doadores a máxima transparência e uma visibilidade mundial das suas doações, graças ao sítio web des Nações Unidas, acessível a todos, que acompanha do princípio ao fim o encaminhamento das contribuições financeiras para os apelos humanitários da ONU.


Não há desculpa para a nossa inacção colectiva. Sabemos o que acontecerá, se não agirmos imediatamente, disponbilizando recursos e demonstrando determinação: milhares de pessoas morrerão em breve no Paquistão e um número ainda maior sofrerá desnecessariamente. O mundo dispõe de meios e dinheiro para os salvar. Resta saber se temos vontade de o fazer.



* Publicado em Portugal pelo Diário de Notícias a 6/11/2005


Governos, sectror privado e sociedade civil reúnem-se em Tunis, entre 16 e 18 de Novembro, na Cimeira Mundial sobre as Tecnologias e a Sociedade da Informação

A segunda fase da Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação, que se realizará entre 16 e 18 de Novembro, irá reunir líderes políticos, empresariais e da sociedade civil para que sejam tomadas medidas para eliminar a info-exclusão, de modo que os benefícios da sociedade de informação possam ser partilhados por todos.


A Cimeira, que se realizará no Kram PalExpo, em Tunis, irá ponderar a aplicação do programa ambicioso acordado na primeira fase, que se realizou em Genebra, em 2003. Em Genebra, 175 países aprovaram uma Declaração de Princípios que delineava uma visão comum da sociedade da informação e um Plano de Acção que estabelece metas para a melhoria da conectividade e do acesso em termos de utilização da tecnologia da informação e comunicação (TIC).


As metas, que deverão ser atingidas até 2015, incluem a ligação de aldeias, pontos de acesso nas comunidades, escolas e universidades, centros de investigação, bibliotecas, centros de saúde e hospitais e departamentos da administração local e central.


O Plano de Acção procura também incentivar a criação de conteúdos e reunir as condições técnicas que facilitem a presença de todas as línguas do mundo na Internet. A Cimeira de Tunis analisará os primeiros dois anos de aplicação do Plano de Acção.


Espera-se que o evento acolha cerca de 12 000 participantes oriundos de governos, do sector privado, da sociedade civil e dos principais órgãos de comunicação social. Entre os participantes confirmados, contam-se o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, Chefes de Estado e de Governo de mais de 45 países, os principais executivos de mais de 200 empresas – nomeadamente, a Alcatel, a Ericsson, a France Telecom, a Google, a Huawei, a Infosys, a Intel, a KDDI, a Microsoft, a Nokia, a NTT DoCoMo, a Skype, a Sun Microsystems, a Telefónica e a World Space – e algumas das principais organizações ligadas ao desenvolvimento, como a Grameen Foundation USA, a MS Swaminathan Foundation e a Telecoms sans Frontières.



Da info-exclusão à oportunidade digital
“A fase de Tunis é a Cimeira das soluções”, afirmou Yoshio Utsumi, Secretário-Geral da Cimeira e Secretário-Geral da União Internacional das Telecomunicações (UIT), o organismo especializado das Nações Unidas que tem a seu cargo o evento. “Tem como objectivo transformar a info-exclusão em oportunidades digitais para a promoção da paz, do desenvolvimento sustentável, da democracia, da transparência e da boa governação”.


Um dos principais objectivos será encontrar formas de os países em desenvolvimento terem mais acesso à Internet e a outras TIC. Segundo a UIT, os 942 milhões de pessoas que vivem nas economias desenvolvidas do mundo dispõem de um acesso cinco vezes melhor a serviços telefónicos fixos e móveis, de um acesso nove vezes melhor a serviços Internet e possuem 13 vezes mais computadores pessoais do que os 85% da população mundial que vivem em países de rendimentos baixos ou médios-baixos. A UIT estima também que 800 000 aldeias ainda não disponham de ligação por linha telefónica, Internet ou qualquer outra TIC moderna.


“Um maior acesso às tecnologias da informação pode melhorar as práticas agrícolas e ajudar os microempresários”, afirmou Sashi Taroor, Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas para a Comunicação e a Informação. “Pode ajudar a evitar a SIDA e outras doenças transmissíveis, pode promover a igualdade de género e favorecer a protecção ambiental. Em todo o mundo em desenvolvimento, o comércio electrónico, o ensino à distância, a telemedicina e a governação electrónica estão a melhorar a qualidade de vida de inúmeras pessoas”.


Espera-se que a conferência adopte um documento político que contenha os compromissos políticos dos Estados-membros e um documento operacional sobre o acompanhamento e medidas futuras.


Existe um acordo alargado entre os Estados-membros no que se refere à secção do documento final que trata dos mecanismos financeiros para promover a instalação de TIC no mundo em desenvolvimento. Falta aprovar apenas alguns parágrafos.


Reconhecendo o papel fundamental desempenhado pelo sector privado, os Estados-membros já subscreveram a concentração de recursos financeiros em diversas áreas. Entre estas, contam-se programas de reforço de capacidades em termos de TIC, infra-estrutura central regional e Pontos de Permuta Internet, assistência aos países menos desenvolvidos e aos pequenos Estados insulares em desenvolvimento, integração da TIC nas estratégias de erradicação da pobreza, financiamento de pequenas, médias e microempresas, promoção do fabrico local de TIC nos países em desenvolvimento, reforma da regulamentação da TIC e iniciativas locais que prestem serviços de TIC às comunidades.


Outra questão pendente é a conclusão de mecanismos que garantam o acompanhamento e implementação das decisões da Cimeira. É considerado essencial que se estabeleçam responsabilidades claras em termos de garantir que as metas do Plano são controladas e atingidas.



Questões relacionadas com a Internet
Os Governos irão procurar também chegar a acordo quanto a questões relacionadas com a utilização da Internet. Ao longo dos anos, a Internet foi-se tornando cada vez mais valiosa, tanto para os utilizadores como para os governos, afirmou o embaixador Janis Karklins, Presidente do Comité Preparatório da Cimeira. “Para muitos governos, um sistema que, há dez anos, não tinha qualquer importância, tornou-se extremamente importante, hoje em dia”, disse o Sr. Karklins, acrescentando que esses governos têm pedido que sejam introduzidas alterações no modo como o sistema é gerido.


Até agora, a governação de questões relacionadas com a utilização da Internet, como o spam (correio não solicitado) e a cibercriminalidade, foram tratadas de uma forma dispersa e fragmentada, enquanto a infra-estrutura da Internet tem sido gerida por meio de uma colaboração informal mas eficaz entre diversas instituições, sendo a liderança assumida pelas empresas privadas, a sociedade civil e as comunidades académica e técnica. Mas os países em desenvolvimento disseram que têm dificuldade em acompanhar todos estes processos e se sentem excluídos das estruturas de governação da Internet.


Por razões históricas, os Estados Unidos têm a autoridade última sobre alguns dos recursos fundamentais da Internet. Há um amplo acordo quanto à necessidade de uma maior participação internacional em discussões sobre questões da governação da Internet, mas existem divergências sobre o modo como isso será conseguido.


No projecto de documento final, os países já chegaram a acordo sobre o reconhecimento da soberania nacional sobre os nomes dos Domínios de Nível Superior com código de país (como .uk para o Reino Unido) e sobre o princípio de que os governos não deveriam envolver-se na gestão quotidiana da Internet.



Uma feira comercial da informação
Paralelamente à Cimeira de governos, cerca de 250 mesas redondas, grupos de discussão, apresentações e acontecimentos mediáticos independentes foram planeados por organizações da sociedade civil, empresas e delegações nacionais. Os grupos de discussão de alto nível irão permitir que os Chefes de Estado e de Governo realizem debates públicos com proeminentes líderes empresariais e da sociedade civil.


Uma grande feira comercial de TIC, “ICT4All”, irá realizar-se entre 15 e 19 de Novembro, no Kram PalExpo. Empresas dos países desenvolvidos e em desenvolvimento irão apresentar ideias inovadoras e soluções práticas, encontrar-se e criar novas parcerias. Espera-se a presença, na ICT4All, de cerca de 40 000 visitantes.


A Cimeira é organizada pela UIT, o organismo especializado das Nações Unidas para as telecomunicações, com o apoio do sistema das Nações Unidas como um todo.



Para acreditação dos meios de comunicação social, é favor consultar: http://www.itu.int/newsroom/accredit/wsis/2005/tunis/procedure.html
Para mais informações, é favor visitar www.itu.int/wsis ou contactar Edoardo Bellando, Departamento de Informação das Nações Unidas, (1 212) 963 8275, Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar , ou Francis Coutu, (1 212) 963 9495, Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .


 


Assembleia Geral designa Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto

A Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou hoje uma resolução que designa 27 de Janeiro Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto e exortou todas as nações a encontrarem maneiras de manter viva a memória, para que as gerações futuras ajudem a evitar actos de genocídio semelhantes.


Introduzida por Israel e co-patrocinada por cerca de 90 Estados-membros, a resolução rejeita a negação desse período como um evento histórico, exorta os Estados a criarem programas educacionais que informem as gerações futuras dos horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância religiosa, incitação, perseguição ou violência baseadas na origem étnica ou nas convicções religiosas das pessoas.


O Presidente da Assembleia Geral, Jan Eliasson, afirmou que a memória do Holocausto deve ser “um aviso histórico e unificador em torno do qual devemos unir-nos; não só para relembrarmos os crimes gravíssimos cometidos durante a história da humanidade mas também para reafirmarmos a nossa firme determinação em evitar a repetição de tais crimes”


O Representante de Israel, Dan Gillerman, afirmou que o Holocausto nos confrontou com a “capacidade de desumanidade do homem” em relação aos outros homens e que serviu para dar um impulso decisivo ao desenvolvimento dos direitos humanos, à redacção de convenções históricas sobre o genocídio e à própria criação das Nações Unidas.


Para além de estabelecer este Dia Internacional, que visa honrar as vítimas do Holocausto, a resolução apela a que sejam activamente preservados locais como os campos de concentração nazis, bem como os campos de trabalho forçado e as prisões do regime, e ainda que seja criado um programa da ONU para promover a recordação do Holocausto e a educação.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 31/10/2005)


Assembleia Geral: adopção de uma resolução contra os acidentes rodoviários que matam 3000 pessoas por dia

Preocupada com aumento, sobretudo nos países em desenvolvimento, do número das vítimas da estrada, a Assembleia Geral adoptou hoje uma resolução para a segurança na estrada e contra os acidentes rodoviários que, todos os anos, matam 1,2 milhões de pessoas no mundo.


Na resolução, adoptada hoje sem recurso à votação, a Assembleia Geral convida os Estados-membros a aplicarem as recomendações formuladas no Relatório Mundial sobre a Prevenção dos Traumatismos Devidos aos Acidentes da Circulação Rodoviária, elaborado pela a Organização Mundial de Saúde (OMS).


Utilizar cintos de segurança e dispositivos para as crianças, utilizar capacetes, não conduzir sob o efeito do álcool, evitar o excesso de velocidade são algumas das recomendações que constam do relatório.


A resolução convida igualmente a OMS a organizar a primeira Semana das Nações Unidas para a Segurança Rodoviária Mundial, que irá desencadear actividades mundiais e regionais, mas sobretudo nacionais e locais, de sensibilização do público para os problemas da segurança rodoviária.


Por outro lado, os Estados-membros são convidados a celebrarem todos os anos, no terceiro domingo de Novembro, o Dia Mundial da Recordação das Vítimas da Circulação Rodoviária, em homenagem às vítimas dos acidentes rodoviários e às suas famílias.


Os acidentes da estrada são uma das principais causas de mortalidade no mundo.


Mais frequentes nas zonas urbanas dos países em desenvolvimento, estes acidentes matam por ano cerca de 1,2 milhões de pessoas – ou seja, mais de 3000 por dia – e causam dezenas de milhão de feridos, deixando alguns deles incapacitados.


Segundo as previsões da OMS, este fenómeno tem conhecido uma tal progressão que o número de vítimas dos acidentes rodoviários poderá vir a ultrapassar o do HIV/SIDA até 2020.


Para além de causarem um sofrimento humano considerável, estes acidentes têm um impacto negativo nas condições económicas e sociais de cada comunidade, em particular nos países em desenvolvimento. Os seus custos atingem 500 mil milhões de dólares por ano, entre os quais 65 mil milhões suportados pelos países em desenvolvimento, ou seja, o equivalente ao montante total da ajuda pública ao desenvolvimento que recebem.


Ainda mais alarmante é o facto de esta situação ser previsível e evitável, tendo em conta que dispomos dos instrumentos e dos conhecimentos necessários para impedir estas mortes, realçou o Representante do Omã, que apresentou o projecto de resolução. Perante esta calamidade, que é uma epidemia, pouco reconhecida como tal, o fatalismo constitui um dos maiores problemas, disse.


Se quisermos aplicar os programas ligados à segurança rodoviária, os países em desenvolvimento e os países pobres precisam de recursos financeiros que só uma cooperação reforçada com as Nações Unidas pode proporcionar.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 26/10/2005)


UNICEF e ONUSIDA: lançamento da campanha “Unidos pelas crianças, unidos contra a SIDA”

Denunciando o facto de apenas 5% das crianças seropositivas beneficiarem de um tratamento, os organismos das Nações Unidas para a infância e a SIDA iniciam hoje uma campanha mundial para relançar a acção a favor de milhões de crianças afectadas pelo vírus e para mostrar “a face escondida” da pandemia.


Intitulada “Unidos pelas crianças, unidos contra a SIDA”, a campanha foi oficialmente lançada hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque, com a presença do Secretário-Geral Kofi Annan, da Directora-Geral da UNICEF, Ann Veneman, e do Director Executivo do ONUSIDA, Peter Piot.


“Ao longo de um quarto de século, a SIDA foi fatal para mais de 20 milhões de pessoas e fez com que a esperança de vida diminuísse 30 anos, nos países mais atingidos. Uma geração inteira nunca conheceu o mundo sem o VIH ou a SIDA. Os nossos esforços não são proporcionais à imensidão do problema”, declarou Ann Veneman.


Todos os anos, mais de 500 000 jovens com menos de 15 anos morrem de SIDA.


Mais de 2 milhões de crianças no mundo perderam pelo menos um dos pais por causa desta doença. Porém, menos de 10% destas crianças recebem uma ajuda do Estado.


A campanha mundial espera obter “resultados para estas crianças a partir de objectivos mundialmente aceites em quatro domínios-chave”: prevenir a transmissão do VIH de mãe a filho, proporcionar um tratamento pediátrico às crianças, prevenir a infecção dos adolescentes e jovens e proteger e apoiar as crianças afectadas pelo HIV/SIDA.


“A SIDA continua a afectar famílias e comunidades inteiras, deixando atrás de si 15 milhões de órfãos e privando certos países de perspectivas para o futuro. Para que os países se desenvolvam, temos de dar prioridade às crianças, em particular no que se refere à afectação e utilização de recursos”, declarou Peter Piot.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 25 /10/2005)


Façamos um mundo melhor

Vamos fazer do mundo um lugar melhor 

Vídeo apresentado no contexto da Cúpula do #Clima das Nações Unidas.

Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária

O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.