Sexta, 22 Agosto 2014
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UNICEF e ONUSIDA: lançamento da campanha “Unidos pelas crianças, unidos contra a SIDA”

Denunciando o facto de apenas 5% das crianças seropositivas beneficiarem de um tratamento, os organismos das Nações Unidas para a infância e a SIDA iniciam hoje uma campanha mundial para relançar a acção a favor de milhões de crianças afectadas pelo vírus e para mostrar “a face escondida” da pandemia.


Intitulada “Unidos pelas crianças, unidos contra a SIDA”, a campanha foi oficialmente lançada hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque, com a presença do Secretário-Geral Kofi Annan, da Directora-Geral da UNICEF, Ann Veneman, e do Director Executivo do ONUSIDA, Peter Piot.


“Ao longo de um quarto de século, a SIDA foi fatal para mais de 20 milhões de pessoas e fez com que a esperança de vida diminuísse 30 anos, nos países mais atingidos. Uma geração inteira nunca conheceu o mundo sem o VIH ou a SIDA. Os nossos esforços não são proporcionais à imensidão do problema”, declarou Ann Veneman.


Todos os anos, mais de 500 000 jovens com menos de 15 anos morrem de SIDA.


Mais de 2 milhões de crianças no mundo perderam pelo menos um dos pais por causa desta doença. Porém, menos de 10% destas crianças recebem uma ajuda do Estado.


A campanha mundial espera obter “resultados para estas crianças a partir de objectivos mundialmente aceites em quatro domínios-chave”: prevenir a transmissão do VIH de mãe a filho, proporcionar um tratamento pediátrico às crianças, prevenir a infecção dos adolescentes e jovens e proteger e apoiar as crianças afectadas pelo HIV/SIDA.


“A SIDA continua a afectar famílias e comunidades inteiras, deixando atrás de si 15 milhões de órfãos e privando certos países de perspectivas para o futuro. Para que os países se desenvolvam, temos de dar prioridade às crianças, em particular no que se refere à afectação e utilização de recursos”, declarou Peter Piot.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 25 /10/2005)


Secretário-Geral nomeia Afsane Bassir-Pour Lavollay Directora do Centro Regional de Informação das Nações Unidas em Bruxelas

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, nomeou a Sra. Afsane Bassir-Pour Lavollay Directora do Centro Regional de Informação das Nações Unidas em Bruxelas, na Bélgica. A Sra. Bassir-Pour, que assumirá as suas funções no próximo dia 25 de Outubro, sucede ao Sr. Hassen Fodha, que se reformou.


A Sra. Bassir-Pour, de nacionalidade francesa, era, desde 2002, correspondente e chefe do escritório do diário Le Monde na Suíça. Anteriormente, durante 13 anos, foi correspondente e chefe do escritório do mesmo jornal na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Foi responsável pela criação deste escritório, o primeiro do jornal junto da ONU a ser dotado de pessoal a tempo inteiro.


A Sra. Bassin-Pour também trabalhou para o programa da CNN sobre as Nações Unidas Diplomatic License e foi igualmente Vice-Presidente da Associação dos Correspondentes das Nações Unidas.


Este ano, a Sra. Bassin-Pour foi moderadora no Fórum Económico Mundial de Davos e participou em vários fóruns sobre multilateralismo e sobre o papel das Nações Unidas. Foi igualmente professora para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento sobre conhecimentos em comunicação e em informação. Anteriormente, trabalhou para a Voix de l’Amérique, a BBC e a Rádio France Internationale.


A Sra. Bassin-Pour é licenciada em literatura inglesa pela Universidade de Teerão. É casada e tem uma filha.



(Fonte: comunicado de imprensa SG/A/949, BIO/3711, PI/1682 de 20/10/2005)


Secretário-Geral presta homenagem à coragem dos Iraquianos que participaram no referendo

A seguinte declaração foi comunicada no sábado, dia 15 de Outubro, pelo porta-voz do Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan:



Pela segunda vez este ano, o povo iraquiano ultrapassou as difíceis condições e as ameaças de violência para exercer o seu direito de voto. O refendo oferecia aos Iraquianos uma oportunidade especialmente importante de exprimirem as suas ideias políticas.


O Secretário-Geral presta homenagem à coragem do povo iraquiano e felicita a Comissão Eleitoral Independente do Iraque assim como o pessoal encarregado da organização e do controle do escrutínio por terem levado o referendo a bom termo, em circunstâncias tão difíceis.


Sabemos que a contagem de votos levará algum tempo e que os primeiros resultados oficiais só devem ser publicados dentro de alguns dias. Independentemente dos resultados, o Secretário-Geral pensa que a realização deste referendo proporciona a todos os Iraquianos a possibilidade de se afastarem da via da violência e de se unirem num espírito de reconciliação nacional, a fim de construir um Iraque democrático, unido e próspero. A ONU continuará a fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudar o povo iraquiano a atingir este objectivo.



(Fonte: comunicado de imprensa SG/SM/10168 – IK/520, de 17/10/2005)


Assembleia Geral elege 18 dos membros do Conselho Económico e Social

A Assembleia-Geral elegeu hoje 18 membros para o Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC). O seu mandato terá início a 1 de Janeiro de 2006.


Angola, Áustria, Benim, Cuba, República Checa, França, Alemanha, Guiné-Bissau, Guiana, Haiti, Japão, Madagáscar, Mauritânia, Paraguai, Arábia Saudita, Espanha, Sri Lanka e Turquia serão membros do ECOSOC durante três anos.


Estes países vão ocupar os lugares deixados livres pelo Azerbaijão, Benim, Congo, Cuba, Equador, França, Alemanha, Irlanda, Jamaica, Japão, Quénia, Malásia, Moçambique, Nicarágua, Arábia Saudita, Senegal, Espanha e Turquia, cujos mandatos terminam no próximo dia 31 de Dezembro.


O ECOSOC tem um total de 54 membros. Os membros que mantêm o seu mandato são a Albânia, Arménia, Austrália, Bangladeche, Bélgica, Belize, Brasil, Canadá, Chade, China, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, República Democrática do Congo, Guiné, Islândia, Índia, Indonésia, Itália, Lituânia, Maurícia, México, Namíbia, Nigéria, Paquistão, Panamá, Polónia, República Democrática Popular da Coreia, Federação Russa, África do Sul, Tailândia, Tunísia, Emiratos Árabes Unidos, Reino Unido, República Unida da Tanzânia e Estados Unidos da América.


Criado pela Carta das Nações Unidas, o ECOSOC é um fórum central para as discussões sobre assuntos económicos e sociais e para a formulação de recomendações dirigidas aos Estados-membros e ao sistema das Nações Unidas.


É responsável pela promoção de níveis de vida mais elevados, do pleno emprego e do progresso económico e social; pela identificação de soluções para os problemas de saúde, económicos e sociais internacionais; pela facilitação da cooperação internacional nos domínios da cultura e da educação; e pelo fomento do respeito universal pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais.


Entre outras funções, o ECOSOC faz estudos e relatórios sobre estes assuntos e organiza conferências internacionais importantes sobre as questões que se inserem na sua esfera de competências.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 17/10/2005)


Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan, por ocasião do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de Outubro de 2005)

A pobreza tem efeitos devastadores sobre as famílias, as comunidades e os países. Gera instabilidade e perturbações políticas e alimenta os conflitos. Hoje, cerca de 800 milhões de pessoas sofrem de fome e de malnutrição crónica. Em cada dia que passa, 30.000 crianças morrem de causas directamente relacionadas com a pobreza.


Estes números conferem um carácter urgente ao tema do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza deste ano, a saber, “Realizar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio: Dar Meios aos Mais Pobres dentre os Pobres”. Este tema salienta que é impossível reduzir a pobreza sem acções a favor dos mais pobres dentre os pobres, nomeadamente as pessoas que são com frequência excluídas do processo de desenvolvimento. Só se se estabelecerem parcerias com elas e se se tomarem medidas para corrigir a desigualdade, se poderá erradicar a pobreza sob todos os aspectos.


Adoptados por 189 Chefes de Estado e de Governo em 2000, a Declaração do Milénio e os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio representam uma parceria entre os países ricos e os países pobres, com vista a lutar contra a pobreza extrema e melhorar de uma maneira concreta e mensurável as condições de vida de milhões de homens, mulheres e crianças do mundo inteiro. Estes Objectivos constituem um quadro fundamental para promover o desenvolvimento humano, quer se trate de assegurar que as crianças frequentem o ensino primário, de reduzir a mortalidade infantil e materna e de lutar contra a propagação do VIH/SIDA e de outras grandes doenças, quer se trate do objectivo supremo de reduzir para metade o número de pessoas que vivem na pobreza extrema e a fome, até 2015.


Em Setembro de 2005, os dirigentes mundiais reuniram-se de novo para dar um apoio unânime aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio bem como às prioridades na área do desenvolvimento acordadas nas conferências e cimeiras organizadas sob a égide das Nações Unidas. Os dirigentes concordaram em adoptar, até 2006, estratégias globais de desenvolvimento a nível nacional para realizar todos esses objectivos. Os países desenvolvidos decidiram apoiar os esforços dos países em desenvolvimento, aumentando a sua ajuda aos desenvolvimento, apoiando os acordos sobre redução da dívida de alguns dos países mais pobres do mundo e adoptando medidas destinadas a permitir que o comércio possa desempenhar plenamente o papel que lhe cabe na promoção do crescimento económico, do emprego e do desenvolvimento para todos.


Estes compromissos representam um avanço na luta contra a pobreza, promessas que todos devemos traduzir em medidas concretas, em particular para as populações mais pobres do mundo. Neste Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, empenhemo-nos em manter a dinâmica já criada. Trabalhemos em parcerias entre ricos e pobres para darmos a todos os seres humanos mais possibilidades de melhorarem as suas condições de vida.


Dia 30 de Julho – Dia Internacional da Amizade

Este dia foi proclamado Dia Internacional da Amizade em 2011 pela Assembleia Geral da ONU com a ideia de que a amizade entre povos, países, culturas e pessoas pode inspirar os esforços de paz e construir pontes entre pessoas.

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.