Quinta, 29 Janeiro 2015
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A ONU na sua língua

Kofi Annan no Fórum Económico de Davos na próxima semana

O Secretário-Geral iniciará, na próxima semana, uma viagem pela Europa que o levará, entre outros lugares, a Davos, à Haia, para uma reunião do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Londres, para a conferência sobre o processo de paz no Afeganistão.

O Secretário-Geral começará o seu périplo na Suíça, com uma visita à sede da Federação Internacional de Futebol (FIFA), em Zurique, antes de assistir ao Fórum Económico Mundial de Davos, anunciou o seu porta-voz, na sede da ONU, em Nova Iorque.
No Fórum Económico Mundial, Kofi Annan proferirá um primeiro discurso, sobre o tema “O impacte do desporto nomundo”, e um segundo, quando de uma sessão plenária intitulada “Uma nova maneira de ver as Nações Unidas”.

Kofi Annan afectuará, depois, uma curta visita à Haia (Países Baixos), a fim de participar numa reunião sobre a gestão mundial do PNUD. Daí seguirá para Londres, onde presidirá, com o Presidente afegão, Hamid Karzai, e o Primeiro-Ministro britânico, Tony Blair, à Conferência sobre o seguimento do processo de paz no Afeganistão, durante a qual será lançado o “Pacto para o Afeganistão”.

Jean Arnault, Representante Especial do Secretário-Geral para o Afeganistão apresentou, a 17 de Janeiro, ao Conselho de Segurança as grandes linhas do “Pacto para o Afeganistão”. Este Pacto constitui o roteiro para o processo de consolidação da paz no Afeganistão.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 20/01/2006)

Após o atentado de Telavive, Kofi Annan apela à calma

Após o atentado perpetrado hoje em Telavive, o Secretário-Geral apelou aos Palestinianos e aos Israelitas “para que fizessem todos os possíveis para manter a calma nessas circunstâncias difíceis”.

“O Secretário-Geral tomou conhecimento, com profunda tristeza, do atentado-suicida perpetrado hoje em Telavive, no qual vários civis inocentes ficaram feridos”, diz uma declaração transmitida pelo seu porta-voz.

“Nenhuma causa pode justificar os actos que procuram, deliberadamente, matar ou ferir civis”, refere a declaração.

“Não podemos permitir que os mandatários e os autores deste ataque minem o processo democrático ou ponham em causa os esforços de promoção da paz entre as partes”, acrescentou o Secretário-Geral.

Segundo informações veiculadas pela imprensa, um kamikaze da Jihad islâmica fez-se explodir num quiosque de Telavive, ferindo 19 pessoas. Trata-se do primeiro atentado suicida em Israel, depois do fim da suspensão das hostilidades, decretado pelos grupos armados palestinianos.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 19/01/2006)

Costa do Marfim: Conselho de Segurança ameaça impor sanções individuais

Numa declaração presidencial adoptada hoje, o Conselho de Segurança ameaçou impor sanções às pessoas que são um obstáculo à acção da força das Nações Unidas no país, das forças francesas, do Representante para as eleições e do Grupo de Trabalho Internacional (GTI).

“O Conselho de Segurança condena energicamente os recentes ataques violentos contra a Operação das Nações Unidas na Costa do Marfim (UNOCI), (...) perpetrados pelas milícias e outros grupos associados aos “Jovens Patriotas”, declarou hoje o Presidente do Conselho durante o mês de Janeiro, Augustine Mahiga da Republica Unida da Tanzânia.

O Conselho declarou, de resto, estar, “verdadeiramente preocupado com as manifestações de rua, violentas, orquestradas e conduzidas pelos ‘Jovens Patriotas’, principalmente em Abidjan e em várias cidades a oeste do país”.Exigiu “o fim imediato desses actos violentas e de todas as incitações ao ódio veiculadas pelos meios de comunicação social, em particular os ataques contra as Nações Unidas”.

O Conselho apelou a que todos os partidos “cooperassem com o Primeiro-Ministro, o GTI, o Grupo de Mediação, o Representante Especial do Secretário-Geral e o Alto Representante para as Eleições, tendo em vista a a fim de pôr em prática o roteiro”.

Sublinhou ainda que “as sanções com alvos concretos serão impostas contra pessoas, designadas pelo Comité criado pelo artigo 14 da resolução 1572 (2004), que forem, entre outras coisas, obstáculo à continuação do processo de paz.
Após ter condenado, na Terça-feira, “a violência orquestrada e dirigida contra as Nações Unidas”, na Costa do Marfim, o Secretário-Geral reiterou hoje o seu apelo ao fim dos ataques e pediu aos “Jovens Patriotas”, apoiantes do Presidente do país, que voltassem para suas casas.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 19/01/2006)

Entrega ao Secretário-Geral de um Relatório crucial sobre operações de manutenção da paz

A Ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia, Laila Freivalds, entregou hoje ao Secretário-Geral um relatório sobre as operações de manutenção da paz, que é o resultado de oito anos de estudos levados a cabo por 14 países e organizações.

Intitulado “Meeting the Challenges of Peace Operations: Cooperation and Coordination”, o relatório analisa as dificuldades encontradas nas operações de manutenção da paz e faz recomendações aos governos e às organizações internacionais e regionais, bem como a todos que estão implicados nessas operações.

As recomendações abrangem também o reforço do estado de direito, nas zonas que saem de uma situação de conflito.
“Quais são os acordos e as relações entre a ONU e as organizações regionais, no quadro das operações de manutenção da paz que são mais eficazes? Que condições daí decorrem para o reforço das capacidades? Como pode a ONU velar por que o êxito dessas operações não seja minado por uma excessiva atenção prestada a questões de direito? Como melhorar a eficácia das operações com mais educação e melhor treino do pessoal?”, são algumas das questões examinadas no relatório.

A Ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia exortou os Estados-membros a irem mais longe do que o apoio logístico e humano às operações de paz e a formularem recomendações sobre as reformas a introduzir.

Laila Freivalds considera indispensável prosseguir a formação do pessoal das operações de paz. Recomendou que sejam estabelecidos com mais frequência acordos sobre “tropas em espera”, para que a ONU e os seus parceiros estejam preparados para enfrentar rapidamente situações de ruptura da paz. Sublinhou ainda que a criação da Comissão de Consolidação da Paz e do Conselho de Direitos Humanos constituíam avanços louváveis no reforço dos mecanismos de manutenção e consolidação da paz.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 19/01/2006)

AIEA: reunião extraordinária sobre o programa nuclear iraniano, a 2 de Fevereiro, em Viena

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) anunciou ontem que o seu Conselho de Governadores celebrará, a 2 de Fevereiro, em Viena, uma reunião extraordinária sobre a questão do programa nuclear iraniano.

“A realização desta reunião foi pedida pela França, a Alemanha e o Reino Unido, numa carta datada de 18 de Janeiro e dirigida ao Presidente do Conselho de Governadores, para discutir a aplicação, por parte do Irão, das garantias da AIEA e das resoluções do Conselho relativas a esta questão”, diz a AIEA num comunicado publicado ontem, em Viena.

O Conselho de Governadores da AIEA é composto por 35 países.

Segundo informações veiculadas pela imprensa, a França, a Alemanha, o Reino Unido e os Estados Unidos apresentarão, em Viena, um projecto de resolução que poderia pedir ao Conselho de Segurança que pressionasse o Irão a cooperar com a AIEA na sua investigação sobre as actividades nucleares iranianas.

A 13 de Janeiro, o Irão ameaçou pôr termo a toda a cooperação com a AIEA, no caso de o assunto ser levado ao Conselho de Segurança.

A 12 de Janeiro, numa reunião em Berlim, numa reunião em Berlim, os Ministros dos Negócios Estrangeiros da França, da Alemanha e do Reino Unido decidiram cessar as negociações em curso com o Irão e transferir o dossier iraniano para o Conselho de Segurança.

A 11 de Janeiro, o Director da AIEA, Mohamed ElBaradei, declarou-se seriamente preocupado com a recente decisão do Irão sobre o relançamento do seu programa de enriquecimento do urânio.

A 10 de Janeiro, o Irão anunciou o recomeço de uma parte das suas actividades ligadas ao enriquecimento do urânio, afirmando que se destinavam unicamente a fins pacíficos, mas desencadeando a crise.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 19/01/2006)

69º Aniversário da Organização das Nações Unidas assinalado em Lisboa e Porto

UNDAY-PT

O ano de 2014 em revista

Da crise na Síria e na Ucrânia até o esforço global contra o ebola, entre outros eventos que marcaram o ano, a Retrospectiva da ONU 2014 relembra acontecimentos globais destacados na imprensa internacional – e também aqueles que foram esquecidos por grande parte da opinião pública.

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.