Quinta, 18 Setembro 2014
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Em Davos, Kofi Annan defende as virtudes do desporto, um instrumento para alcançar os Objectivos do Milénio

Convidado para um almoço com os meios de comunicação social no Fórum Económico Mundial de Davos, o Secretário-Geral defendeu, hoje, as virtudes do desporto, que constituem um verdadeiro instrumento, no trabalho quotidiano das Nações Unidas, para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio visando, especialmente, reduzir para metade a pobreza no mundo até 2015.

“Em todos os países do mundo, as pessoas gostam de desporto. Os seus valores são universais. É uma linguagem mundial, capaz de erguer uma ponte entre as classes sociais, capaz de atenuar as divisões religiosas e culturais. Constitui um instrumento poderoso para favorecer a compreensão do outro, a tolerância e a paz”, disse o Secretário-Geral, num discurso proferido, hoje, quando de um encontro com os meios de comunicação social, sobre a questão do “impacto do desporto no mundo”, no âmbito da 36ª reunião anual do Fórum Económico Mundial de Davos.

“O desporto contribui para o desenvolvimento pessoal. Ensina-nos a trabalhar em equipa e a ter fair play. Ajuda a ter auto-confiança e abre novas portas. O que pode, por sua vez, contribuir para o bem-estar das comunidades e dos países”, afirmou Kofi Annan.

“É por isso [...] que utilizamos o desporto como um instrumento, no nosso trabalho quotidiano, para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (OMD), sublinhou Annan.

Um instrumento de trabalho para “todo o leque do desenvolvimento”, prosseguiu, “da educação à promoção da igualdade entre homens e mulheres, passando pela luta contra a SIDA e a pobreza no mundo”.

Em Davos, Kofi Annan encontrou-se, igualmente, com um certo número de líderes do mundo político, especialmente Amre Moussa, Secretário-Geral da Liga dos Estados Árabes, assim como Mohammed ElBaradei, Director da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), informou, hoje, o seu porta-voz, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Também no Fórum Económico Mundial, o Secretário-Geral pronunciará, amanhã, um segundo discurso, numa sessão plenária intitulada “Uma nova forma de ver as Nações Unidas”.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 25/01/2006)

Perante impasse, Kofi Annan exorta negociadores sobre desarmamento a tomarem medidas pragmáticas

No momento em que os delegados que participam no único fórum mundial multilateral onde se realizam negociações sobre desarmamento se reuniam em Genebra para iniciar a sua sessão anual, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, exortou-os a adoptarem uma abordagem pragmática, para superar o impasse que tem dificultado os esforços em prol de uma redução dos arsenais, nos últimos anos.

Na sua mensagem à Conferência sobre Desarmamento, Kofi Annan chamou a atenção para os principais reveses. Segundo o Secretário-Geral, “um mecanismo de desarmamento mundial já por si fraco foi ainda mais desgastado pelos resultados decepcionantes da Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares de 2005, pelo impasse na Conferência sobre o Desarmamento e pela ausência de qualquer referência ao desarmamento e à não proliferação no Documento Final da Conferência Mundial de 2005”.

Na mensagem proferida, na Terça-feira, pelo Secretário-Geral da Conferência, Sergei Ordzhonikidze, Kofi Annan disse que os negociadores devem examinar as fontes políticas do problema e tomar uma acção concertada “baseada no pragmatismo e no realismo”.

“As capitais devem reavaliar, cuidadosamente, as atitudes em relação à Conferência e alcançar um novo consenso politico sobre as prioridades, no que se refere ao controlo de armas e ao desarmamento”, disse Kofi Annan, manifestando a esperança de que os delegados encontrassem maneiras de tornar a Conferência mais eficaz, no quadro dos esforços globais para reformar as Nações Unidas.

Nos últimos sete anos, a Conferência não conseguiu chegar a acordo sobre um programa de trabalho, devido, principalmente, a divergências quanto à maneira de abordar a questão das armas nucleares. A Conferência conta com 65 Estados-Membros e também um grande número de outros Estados que participam como observadores.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 25/01/2006)




Crescimento económico mundial continua a abrandar em 2006

O ambiente internacional mostra-se favorável aos países em desenvolvimento,
mas há alguns aspectos imprevisíveis


Nações Unidas, Nova Iorque 24 de Janeiro de 2006 – Segundo as projecções das Nações Unidas, este ano, a economia mundial crescerá a uma taxa ligeiramente superior a 3%, depois de ter crescido a um ritmo semelhante em 2005 e da elevada taxa de crescimento de 4% em 2004, afirma um relatório publicado hoje.

O abrandamento reflecte, em grande medida, uma consolidação da recente recuperação da economia mundial, afirma o relatório da ONU World’s Economic Situation and Prospects 2006. As catástrofes naturais e os incidentes terroristas desde o final de 2004, embora tenham sido bem absorvidos, tiveram efeitos negativos.

Entretanto, as possibilidades de novas subidas acentuadas do preço do petróleo, de um surto de gripe das aves que se transforme numa pandemia humana ou de uma súbita queda dos preços da habitação nas principais economias representam uma ameaça para uma redução gradual do crescimento económico. O maior perigo, porém, segundo o relatório, pode residir na debilidade sistémica que os enormes e crescentes desequilíbrios financeiros implicam.

Entretanto, porém, o abrandamento do crescimento nos Estados Unidos, a estagnação na Europa e um discreto regresso à expansão no Japão contrastam com uma ligeira queda de um forte desempenho económico nos países em desenvolvimento. Beneficiando de um ambiente internacional favorável, caracterizado por baixas taxas de juro, uma baixa inflação e uma forte procura de mercadorias, o mundo em desenvolvimento deverá, segundo as projecções da ONU, crescer a uma taxa ligeiramente superior a 5,5% este ano, após um crescimento estimado de 5,7%, em 2005, e de 6,6%, em 2004.

“Ao crescerem à taxa de 6,6% os [50] países menos avançados (PMA) estarão a obter ainda melhores resultados, alcançando o crescimento médio mais rápido de há décadas”, diz o relatório.



Forte crescimento distribui-se de maneira desigual pelas regiões em desenvolvimento


Enquanto a China e a Índia continuam a apresentar um elevado crescimento económico, refere o relatório, a expansão económica em todas as regiões em desenvolvimento tem sido invulgarmente elevada.

O elevado crescimento tem sido impulsionado pela subida dos preços dos produtos de base a nível mundial, provocada especialmente pela forte procura de matérias-primas por parte das economias em rápido crescimento, como a China e a Índia. Embora alguns países em desenvolvimento e PMA tenham sido negativamente afectados pelo elevado custo das importações de petróleo e bens alimentares, alguns exportadores líquidos de petróleo e de outros produtos de base beneficiaram com isso.

Para além da subida dos preços das matérias-primas, muitos países em desenvolvimento, incluindo PMA estão a colher os benefícios económicos de uma maior estabilidade política e de políticas macroeconómicas bem concebidas, diz a ONU. Nos países mais pobres do mundo, o crescimento pode ganhar uma nova dinâmica, quando os países ricos cumprirem as suas promessas de aumentar a ajuda ao desenvolvimento e de reduzir a dívida.

A estagnação dos investimentos das empresas nas principais economias figura entre os factores que conduzem a mercados financeiros globais líquidos e a baixas taxas de juro. As economias dos mercados emergentes têm beneficiado dessas condições financeiras externas favoráveis, embora os fluxos de recursos suplementares estejam muito concentrados num pequeno número de países de médio rendimento. O investimento directo estrangeiro nos países em desenvolvimento também recuperou, sendo canalizado em grande parte para o dinâmico sector petrolífero e mineiro.

Entretanto, o comércio mundial continua a crescer a um ritmo duas vezes superior ao da expansão da produção. O relatório entende que os recentes acordos alcançados na Conferência da Organização Mundial do Comércio em Hong-Kong representam progressos modestos; o principal desafio continua a ser a conclusão do Ciclo de Doha. Salienta a importante de reforçar a capacidade da oferta nos PMA e de os ajudar a fazer face aos custos de ajustamento à liberalização do comércio.



O reverso da medalha

O reverso das elevadas receitas provenientes da venda de produtos de base é uma ausência de progressos no domínio do desenvolvimento industrial, nos PMA e em África. O relatório acrescenta que as exportações de produtos manufacturados de muitos destes países diminuíram devido à perde de preferências comerciais aliada à expiração, em 2005, do Acordo sobre Vestuário e Têxteis. Perderam-se milhares de postos de trabalho nas indústrias têxteis africanas. Pelo contrário, alguns países pobres, como Sri Lanka e o Bangladeche, conseguiram superar relativamente bem as suas dificuldades e manter os seus níveis de exportação de têxteis.

Mas a dependência dos produtos de base continua a ser um problema importante para os países pobres, especialmente na medida em que a produção agrícola é afectada pelas condições climáticas, as quais demonstraram ultimamente uma considerável volatilidade, não sendo provável que os preços dos produtos de base subam constantemente.
Em geral, diz a ONU, os preços dos produtos de base parecem ter estabilizado e é de prever uma descida dos preços de muitos deles, excluindo o petróleo.

O crescimento também não produziu um aumento geral do emprego, sustenta o relatório. A grande intensidade de capital do sector da produção de mercadorias, em especial no mundo em desenvolvimento, e o aumento da produtividade impulsionada pelo tecnologia, sobretudo no mundo desenvolvido, significam que um aumento da produção não se traduz, com frequência, em aumento do emprego.

“A criação de emprego está a ficar aquém do aumento da oferta de mão-de-obra na maioria dos países”, afirma o relatório. “Por conseguinte, num grande número de países, as taxas de desemprego são ainda significativamente mais elevadas do que as taxas anteriores ao abrandamento da economia em 2000-2001”.

Se qualquer das potenciais ameaças anteriormente referidas provocar um choque repentino na economia mundial, este far-se-á sentir principalmente nos países em desenvolvimento. Se, por exemplo, esse choque causasse uma depreciação galopante do dólar juntamente com um ajustamento abrupto dos desequilíbrios externos das principais economias, muitas grandes economias em desenvolvimento seriam seriamente afectadas.

Neste sentido, um facto positivo a assinalar é que aproximadamente metade das economias em desenvolvimento, dos países da África Subsariana e dos PMA apresenta aquilo a que o relatório chama um crescimento económico forte (mais de 3% do PIB per capita); isto coexiste com um facto negativo: metade deles não está a crescer de uma forma consistente, mesmo nestas condições internacionais invulgarmente favoráveis.

A continuação do aumento da ajuda ao desenvolvimento e da redução da dívida continua, por isso, a ser desejável em 2006, um ano de seguimento da aplicação dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e de uma análise, por parte da Assembleia Geral da ONU, da situação nos PMA.


Para entrevistas ou para obter mais informações, é favor contactar a Secção de Desenvolvimento do Departamento de Informação Pública da ONU, através de Tim Wall (+1 212 963 5851) ou Newton Kanhema (+1 212 963 5602).



O relatório World Economic Situation and Prospects é produzido pelo Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU (DESA), a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (CNUCED) e as cinco comissões regionais da ONU – Comissão Económica para África (ECA), Comissão Económica para a Europa (ECE), Comissão Económica para a América Latina e as Caraíbas (ECLAC), Comissão Económica e Social para a Ásia e o Pacífico (ESCAP) e Comissão Económica e Social para a Ásia Ocidental (ESCWA)
.
World Economic Situation and Prospects 2006 (Sales No.E.06.II.C.2, ISBN 92-1-109150-0) from United Nations Publications, Two UN Plaza, Room DC2-853, Dept. PRES, New York, NY 10017 USA, Tel. 800-253-9646 or 1-212-963-8302, Fax. 1-212-9633489; E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ; or Section des Ventes et Commercialisation, Bureau E-4, CH-1211, Geneva-10, Switzerland, Tel, 41-22-917-2614, Fax. 41-22-917-0027, E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ; Internet: http://www.un.org/publications.


Alto Comissário para os Refugiados avisa Conselho de Segurança de que Darfur está à beira de uma catástrofe

A situação na região ocidental de Darfur deteriorou-se seriamente, nos últimos seis meses, disse hoje o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, ao Conselho de Segurança, alertando para uma calamidade eminente nessa zona e noutras partes do país, a não ser que sejam tomadas em breve medidas corajosas.

Hoje, a violência e a impunidade – nunca completamente controladas – reinam de novo no Darfur. Os trabalhadores humanitários vêem ser-lhes regularmente impedido o acesso aos deslocados e àqueles a quem tentam ajudar,” disse António Guterres, quando se dirigiu àquele órgão.

O Alto Comissário disse que a violência está a alastrar para lá da fronteira com o Chade, onde o ACNUR cuida de muitos dos 200.000 refugiados sudaneses, e apelou ao Conselho de Segurança para que este exerça pressão sobre todas as partes no Darfur no sentido de chegarem a um acordo de paz, o pré-requisito para uma reconciliação no país.

Segundo António Guterres, no Sul do Sudão, onde, no ano passado, foi assinado um acordo de paz, a situação mantém-se frágil, numa altura em que dezenas de milhares de refugiados e deslocados internos começavam a regressar a uma região sem infra-estruturas.
“É agora necessário um grande apoio económico e político”, disse o Alto Comissário, acrescentando que, se esperarmos que estejam reunidas todas as condições prévias, será tarde de mais.

O Alto Comissário informou que também julgava que a situação no Sudão Oriental, que tem estado em grande medida longe da atenção dos media, estava a deteriorar-se sistematicamente devido, em parte, à migração para fugir dos problemas na Etiópia e na Eritreia.

Resumindo a situação no Sudão no que diz respeito aos refugiados, António Guterres afirmou que, no período após uma crise – quando os refugiados regressam – a incapacidade de assegurar uma transição sem problemas da fase da ajuda para a fase de desenvolvimento é um dos fracassos sistemáticos da comunidade internacional. Por essa razão, aplaudiu a recente decisão da Assembleia Geral sobre a criação de uma Comissão de Consolidação da Paz, que foi apoiada tanto pelo Secretário-Geral Kofi Annan como pela Cimeira Mundial de 2005 e que coordenaria o desenvolvimento de países que saem de um conflito.

 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 24/01/2006)

PAM: a luta contra a fome em África custará 2 mil milhões de dólares em 2006

No momento em que os dirigentes africanos se reúnem na Cimeira da União Africana, o Programa Alimentar Mundial (PAM) apela aos doadores para que reforcem a sua ajuda à luta contra a fome em África, pois serão necessários 2 mil milhões de dólares em 2006, para conter uma fome em grande escala.

James Morris, Director do PAM, num comunicado publicado hoje em Cartum, declarou que “as crises alimentares em África não devem ser banalizadas. A seca ameaça já transformar-se em catástrofe em duas vastas regiões -- o corno de África e a África Austral -- o que gera desafios enormes para os doadores, que são todos os dias confrontados com as situações de emergência de 2005, em África e no mundo”.

Jamos Morris, que realizará uma quinta visita à África Austral no fim do mês, como Enviado Especial das Nações Unidas à região, acrescentou que “uma vez mais, o continente africano se encontra ameaçado por uma crise alimentar e chamamos, actualmente a atenção para a situação no corno de África”.

O Director do PAM afirmou que “a fome atingiu o seu nível máximo em África, onde uma em cada sobre três pessoas sofre de malnutrição. E a situação só piora: o número de africanos que sofrem de malnutrição aumentou 33,1 milhões entre 1992 e 2002”.

Segundo a UNICEF, 38% de crianças têm uma constituição fraca e 28% das crianças apresentam insuficiência ponderal.
James Morris precisou que “estas estatísticas não prevêem nada de bom para o futuro de África e não podem ser ignoradas, particularmente, na medida em que há décadas que o planeta produz alimentos suficientes para toda a humanidade”.

Declarou, também, que “uma combinação de pobreza, conflito, VIH/SIDA, seca e capacidade reduzida dos Governos causaram níveis recordes de fome em todo o continente”.

Em 2006, a PAM tem como objectivo prestar ajuda alimentar a quase 43 milhões de pessoas em África, o que no total excederá os 1,8 mil milhões de dólares.

Dos 43 milhões de africanos que necessitam de ajuda alimentar, perto de 35 milhões precisam de uma ajuda alimentar urgente.
Na África Oriental, 18 milhões de pessoas necessitarão de ajuda alimentar em 11 países, nomeadamente no Quénia, na Somália, na Etiópia e no Jibuti.

Cerca de 9,2 milhões de pessoas necessitarão de assistência em 7 países da África Austral e, pelo menos, 8,5 milhões de precisam de ajuda alimentar de urgência em 14 países da África Ocidental, na região do Sahel.

James Morris recordou que “ainda que os nossos doadores tenham sido particularmente generosos no ano passado, oferecendo perto de 2 mil milhões de dólares para efectuar operações em 40 países africanos, faltaram-nos 550 milhões de dólares para satisfazer as nossas necessidades do ano passado”.

O PAM já apelou à comunidade internacional para que se mobilize para lutar contra a fome e contra a pobreza na África Ocidental.

No passado 13 de Janeiro, o PAM anunciou que o corno de África, destruído pela seca, se veria em breve confrontado com uma catástrofe humanitária, se os donativos não chegassem rapidamente.
 


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 2301/2006)

A semana em imagens

A emergência humanitária e de segurança no Sudão do Sul; a continuidade das atrocidades na Síria e as ações da ONU; a entrevista com a chefe de direitos humanos da ONU, Navi Pillay, que está deixando o cargo; o perigo representado pelos novos “cigarros eletrônicos”; e a discussão global, em Samoa, sobre desenvolvimento sustentável nos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento – estes são os destaques do resumo semanal da ONU em imagens. Legendado pela ONU Brasil.

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.