Quarta, 01 Julho 2015
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Factos e números mundiais sobre VIH/SIDA

Factos e números mundiais

  • Até à data, cerca de 65 milhões já foram infectadas pelo VIH e a SIDA já causou a morte de mais de 25 milhões de pessoas desde que foi identificada pela primeira vez em 1981. A grande maioria dos 38,6 milhões de pessoas a viver com o VIH em 2005 não sabem do seu estado. A SIDA é hoje uma das mais graves questões relacionadas com o desenvolvimento e a segurança que o mundo enfrenta.
  • Em 2005, a SIDA causou a morte de 2,8 milhões de pessoas e o número de pessoas que foram infectadas pelo VIH foi superior a 4 milhões.
  • Há mais de 17,3 milhões de mulheres a viver com o vírus, ou seja, quase metade do número total de pessoas infectadas, e 13,2 milhões dessas mulheres vivem na África ao Sul do Sara, onde, em 2005, havia 24,5 milhões de pessoas a viver com o VIH.
  • A epidemia está a alastrar na Europa Oriental e na Ásia Central, onde 220 000 pessoas foram infectadas pelo VIH em 2005.
  • Registou-se uma diminuição da prevalência do VIH no Quénia, Zimbabwe, nas zonas urbanas do Haiti e do Burquina Faso e em quadro estados indianos, incluindo o de Tamil Nadu.
Estatísticas regionais

Pessoas que vivem com o VIH

Novas infecções em 2005

Mortes relacionadas com a SIDA em 2005

Prevalência entre os adultos (%)

África Subsariana

24,5 milhões

2,7 milhões

2 milhões

6,1%

Ásia

8,3 milhões

930 000

600 000

0,4%

América Latina

1,6 milhões

140 000

59 000

0,5%

América do Norte e Europa Ocidental e Oriental

2 milhões

65 000

30 000

0,5%

Europa Oriental e Ásia Central

1,5 milhões

220 000

30 000

0,5%

Médio Oriente e Norte de África

440,000

64 000

37 000

0,2%

Caraíbas

330,000

37 000

27 000

1,6%

Oceânia

78 000

7 200

3 400

0,3%

Total

38,6 milhões

4,1 milhões

2,8 milhões

1%

Prevenção
  • Registam-se todos os anos mais novos casos de infecção pelo VIH do que mortes relacionadas com a SIDA, e à medida que o número de pessoas infectadas for aumentando, mais pessoas morrerão vítimas de doenças relacionadas com a SIDA.
  • No mundo inteiro, menos de uma em cada cinco pessoas em risco de serem infectadas pelo VIH tem acesso a serviços básicos de prevenção, e em cada oito pessoas que desejam fazer análises para despistagem do vírus apenas uma o consegue fazer.
  • Todos os dias, há 1 800 crianças a nível mundial que são infectadas pelo VIH, na sua maioria recém-nascidos. Em 2005, a percentagem de mulheres grávidas que teve acesso a serviços destinados a prevenir a transmissão do vírus aos seus filhos recém-nascidos nos países de rendimento baixo e médio foi 9%.
  • A fim de vencer a epidemia, há que intensificar os esforços de prevenção do VIH, no âmbito de uma acção abrangente destinada a alargar simultaneamente o acesso ao tratamento e à prestação de cuidados.
  • Calcula-se que a adopção de estratégias para a implementação de acções em grande escala em 125 países de rendimento baixo e médio permitiria evitar 28 milhões de novos casos de infecção entre 2005 e 2015, mais de metade do número de casos de infecção que se prevê venham a registar-se durante este período, e permitiria igualmente salvar 24 mil milhões de dólares em custos de tratamento.
  • A intensificação simultânea da prevenção e do tratamento permitiria evitar 29 milhões de novas infecções até ao final de 2020.

Tratamento
  • Segundo o último relatório de progressos sobre a iniciativa "3 até 2005" preparado pelo ONUSIDA/OMS, nos países de rendimento baixo e médio, cerca de 1,3 milhões de pessoas que vivem com o VIH estão a receber tratamento com anti-retrovirais – isto significa que apenas estão a receber tratamento 20% das pessoas que dele necessitam.
  • O número de pessoas que estão a receber tratamento com anti-retrovirais nos países de rendimento baixo e médio triplicou desde o final de 2001.

Região geográfica

Nº estimado de pessoas a receber tratamento com anti-retrovirais, Dezembro de 2005

Nº estimado de pessoas que necessitam de terapêutica anti-retroviral, Dezembro de 2005

Cobertura da terapêutica anti-retroviral, Dezembro de 2005

África Subsariana

810 000

4 700 000

17%

América Latina e Caraíbas

315 000

465 000

68%

Leste Asiático, Sul da Ásia e Sudeste Asiático

180 000

1 100 000

16%

Europa e Ásia Central

21 000

160 000

13%

Médio Oriente e Norte de África

4 000

75 000

5%

Total

1 330 000

6,5 milhões

20%

Nota: A soma de alguns valores não corresponde ao total devido a arredondamentos.

Necessidades de recursos
  • Em 2005, calcula-se que havia um total de 8,3 mil milhões de dólares de fundos destinados à SIDA; prevê-se que este número venha a aumentar para 8,9 mil milhões de dólares em 2006, e para 10 mil milhões em 2007. Mas este montante continua a estar aquém do que é necessário – 14,9 mil milhões de dólares em 2006, 18,1 mil milhões em 2007 e 22,1 mil milhões em 2008.
  • Aproximadamente 55% destes recursos serão necessários para fins de tratamento e prestação de cuidados em África, 20% na Ásia e Pacífico, 17% na América Latina e Caraíbas, 7% na Europa Oriental e 1% no Norte de África e Próximo Oriente.

Recursos necessários para a SIDA (em milhares de milhões de dólares)

2006

2007

2008

Total para o
período de
2006 a 2008

Prevenção

8,4

10,0

11,4

29,8

Tratamento e prestação de cuidados

3,0

4,0

5,3

12,3

Órfãos e crianças vulneráveis

1,6

2,1

2,7

6,4

Custos de programas

1,5

1,4

1,8

4,6

Recursos humanos

0,4

0,6

0,9

1,9

Total

14,9

18,1

22,1

55,1

Contacto

UNAIDS Press Office | +41 22 791 1697 | Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar | www.unaids.org

Cimeira sobre a SIDA: Declaração Final é um texto substancial e sólido, segundo Jan Eliasson

Saudando a Cimeira sobre a SIDA que termina hoje como um "êxito sem precedentes", o Presidente da Assembleia Geral, Jan Eliasson, afirmou que a Declaração Política que será adoptada contém disposições sólidas que, segundo o Director do ONUSIDA, ultrapassam os textos internacionais anteriores.
"Creio que chegámos a um bom texto, substancial e sólido. Há sempre coisas que  gostaríamos de acrescentar, mas temos já uma reafirmação da Declaração de 2001 e um compromisso relativamente à realização de todos esses objectivos", declarou hoje Jan Eliasson, na apresentação da Declaração Política que deve ser adoptada mais tarde, no final da cimeira sobre a SIDA destinada a avaliar os progressos alcançados desde a Declaração de Compromisso sobre o VIH/SIDA, adoptada em 2001.
"A Declaração descreve os êxitos conseguidos, mas reconhece também que os objectivos não foram alcançados", sublinhou antes de focar os principais pontos do texto.
"Em primeiro lugar, o termo 'grupos vulneráveis' está incluído em vários parágrafos. Algumas disposições mais pormenorizadas sobre a prevenção visam expressamente os preservativos [masculinos e femininos], os equipamentos esterilizados para injecções e os esforços de redução dos danos associados ao consumo de drogas".
Interrogado sobre o facto de certos grupos da sociedade civil estarem muito decepcionados pela ausência de uma referência específica aos "grupos vulneráveis", Jan Eliasson começou por dizer que esses grupos dependiam de cada país. "Sabemos todos quais são esses grupos", acrescentou. "O texto é fruto de negociações. O óptimo não pode ser inimigo do bom", disse, recordando que outras ONG tinham reagido de maneira positiva.
O Director do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre VIH/SIDA (ONUSIDA), Peter Piot, considerou que, globalmente, o texto continuava a ser forte, lembrando que o Secretário-Geral apela a uma referência mais precisa [as prostitutas, os toxicodependentes e os homens que têm relações sexuais com outros homens].
A Declaração contém, de resto, "disposições mais vigorosas sobre os jovens, as mulheres e as raparigas", sublinhou Jan Eliasson. Pede o aumento dos meios do ONUSIDA, para favorecer o acesso universal aos tratamentos. Faz referência à "necessidade de uma alimentação nutritiva e em quantidades suficientes" no quadro de uma resposta global. Lembra o acordo "TRIPS", que visa que as disposições em matéria de protecção da propriedade intelectual não entravem os esforços de protecção da saúde pública, nomeadamente para a produção de medicamentos anti-retrovirais genéricos para todos.
A Declaração contém ainda um compromisso em relação ao reforça da luta contra a doença, uma definição mais ampla de "acesso universal" que abrange programas de cuidados, de tratamento e de assistência. Contém um compromisso, por parte de África, de proporcionar o acesso universal e um compromisso de todos os Estados no sentido de fixarem objectivos, até 2010, sobre prevenção, tratamentos e assistência.
Reconhece ainda, no plano financeiro, que o ONUSIDA precisará de cerca de 23 mil milhões de dólares até 2010.
"Agora, o desafio consiste em pôr a declaração em prática", sublinhou Jan Eliasson.
"Ontem de manhã, não estava convencido de que viríamos a ter uma Declaração tão forte como a que temos hoje", disse, por seu turno, Peter Piot. "Penso que se trata de uma declaração sólida, que fará com que as coisas avancem". "Todos poderão encontrar nela lacunas, mas é preciso sublinhar o número de questões de primeiro plano que nunca tinham aparecido em nenhum texto negociado a nível internacional", explicou.
"A questão da feminização da doença também é mencionada". "É claro que um documento por si só não soluciona o problemas, os Estados devem assumir agora as suas responsabilidades", disse, explicando que a próxima batalha seria conseguir que os países adoptem objectivos ambiciosos.
"É preciso ver esta reunião no contexto mais vasto do compromisso multilateral e da abertura às organizações regionais, à sociedade civil", disse Jan Eliasson. "Num certo sentido, esta reunião representou um teste, com 800 ONG convidadas, a participarem apaixonadamente no debate, a apresentarem argumentos muito legítimos. E essa combinação foi muito frutuosa", disse o Presidente da Assembleia Geral que expressou o desejo de uma dinâmica semelhante no domínio da luta contra o tuberculose e a malária e dos esforços ligados à água e ao saneamento.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 2/06/2006)


"Armas de Terror": Hans Blix apresenta 60 propostas em prol do desarmamento

Hans Blix, antigo Director da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e responsável pelas inspecções sobre armas de destruição maciça no Iraque, em 2003, apresentou hoje, em Nova Iorque, 60 recomendações, com vista a acelerar a eliminação das "armas de terror" no mundo.
Numa conferência de imprensa na sede da ONU, Hans Blix apresentou hoje o relatório intitulado Weapons of Terror: Freeing the World of Nuclear, Biological and Chemical Arms e produzido pela Comissão sobre Armas de Destruição Maciça, um grupo de peritos reunido em 2003, a pedido do Governo sueco e financiado por este e por uma fundação canadiana.
Interrogado sobre o termo "armas de terror", Hans Blix lembrou que havia uma diferença entre as armas nucleares e as outras armas de destruição maciça, mas tinham em comum o facto de serem armas de terror, que podem matar milhares de pessoas num único ataque e de os seus efeitos perdurarem no ambiente e no corpo das vítimas, por vezes indefinidamente.
O antigo Director da AIEA sublinhou a "estagnação" do desarmamento a nível mundial, em resposta a perguntas sobre o contexto da publicação de um tal relatório. "É, pois, necessário relançar as negociações", a fim de "reduzir o perigo que os arsenais actuais representam, de impedir a sua proliferação e de os tornar ilegais de uma vez para sempre", afirmou.
"À decepção perante a incapacidade de um mecanismo multilateral entravar a difusão das armas de destruição maciça seguiu-se a decepção de saber que o Iraque não as possuía" e que não se tinha podido evitar o conflito", explicou Hans Blix, que lembrou que a AIEA só dispunha de verdadeiros meios de inspecção desde 1997.
"As inspecções não são 100% eficazes", mas "no Iraque, eram profissionais", comentou. "Em 700 inspecções não encontrámos nada. Se tivéssemos tido mais alguns meses e a possibilidade de visitar todos os sítios, teríamos podido confirmar que não havia nada. Os Estados Unidos deveriam ter sabido que as suas fontes não eram viáveis e a guerra teria podido ser evitada", acrescentou.
O relatório propõe a realização de uma nova cimeira mundial, para remediar o fracasso da Cimeira de Setembro de 2005, uma vez que o seu documento final não inclui uma única linha sobre desarmamento.
Outro ponto essencial é o Tratado de Proibição Completa dos Ensaios Nucleares e o reforço do Tratado de Não Proliferação das Armas Nucleares (TNP), continuou. "Estes tratados podem efectivamente ser objecto de uma verificação, como provam as recentes inspecções no Brasil e no Japão", precisou.
O relatório preconiza a continuação das negociações com o Irão e a Coreia do Norte e o estabelecimento, a breve trecho, uma zona sem armas de destruição maciça no Médio Oriente.
"No caso da Coreia da Norte, os debates prosseguem intermitentemente em Beijing. Sobre o Irão, há também mais de negociações" do que no caso Iraque, comentou Hans Blix.
"A primeira linha de defesa é conseguir que os países interessados em adquirirem essas armas sintam que não precisam delas. O TNP inclui a ideia de que os países que abandonem as armas nucleares não serão atacados com a ajuda dessas armas", lembrou, antes de preconizar a assistência aos países que desejem desenvolver a utilização pacífica da energia atómica sem recorrer ao enriquecimento do urânio.
Mas, se nos pusermos no lugar dos Iranianos, sublinhou, há que reconhecer que "vêem bases americanas no Afeganistão, no Paquistão, no Iraque". "Os dirigentes iranianos podem ter preocupações com a sua segurança".
Interrogado sobre o caminho a seguir no caso do Irão e a confiança que se pode ter neste país, Hans Blix disse que há várias correntes no governo iraniano, ao contrário do que se passava no Iraque, onde qualquer pessoa que manifestasse a sua oposição ao regime era imediatamente reprimida. "Mas são todos nacionalistas e há orgulho na aquisição de capacidade nuclear, que é também uma questão de prestígio", acrescentou.
Sobre a existência de uma diferença entre a posse de armas por Israel e pelo Irão, Hans Blix disse que a Comissão não aceitava o argumento segundo o qual "as armas não são perigosas em si, sendo a pessoa que as detém que conta". "Pode haver governos responsáveis num dado momento, mas podem mudar", afirmou.
Sobre o desejo de obter a arma atómica que o Irão possa ter, Hans Blix afirmou que, uma vez obtido o urânio enriquecido, a porta estava aberta e que bastava uma decisão política para lá chegar. "Não sei o que querem de momento, mas podem sempre mudar de opinião no futuro", disse.
Todos os países, incluindo Israel, concordam que é preciso evitar ter estas armas no Médio Oriente, mas não estamos perto de o conseguir. Para começar, "o Irão deveria comprometer-se a não enriquecer urânio, seguindo-se-lhe a Arábia Saudita e a Síria, Israel deveria comprometer-se a não produzir mais", defendeu.
"Os Estados Unidos opõem-se à ratificação [do Tratado de Proibição Completa dos Ensaios Nucleares], mas provável que, se os Estados Unidos o ratificassem, a China o fizesse; e que se a China o fizesse, a Índia, também; e se a Índia o fizesse, o Paquistão, também; e se o Paquistão o fizesse, o Irão, também. Assim, produzir-se-ia um bom efeito dominó", disse.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 2/06/2006)


Novo estudo da ONU revela perigos das Mutilações Genitais Femininas para o parto

As mutilações genitais femininas (MGF), a mais frequente das quais é a excisão do clítoris, causam complicações graves durante o parto e os  bebés das mulheres que foram sujeitas a estas práticas têm maior probabilidade morrer, conclui um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) publicado hoje.
O estudo, o primeiro a demonstrar os efeitos nefastos para as mulheres e os seus bebés, cita, como principais complicações, os riscos de cesariana e de episiotomia, as fortes hemorragias e as hospitalizações prolongadas depois do parto. Essas complicações são tanto mais graves quanto maior a extensão da mutilação.
"Graças a este estudo, provámos pela primeira vez que, no caso das mulheres que sofrem uma mutilação genital, o parto pode ser mais complicado e mais perigoso", declarou Joy Phumaphi, que ocupa o cargo de Subdirectora-Geral, na OMS.
O estudo mostrou também que as MGF implicam riscos acrescidos para os bebés que precisam com maior frequência de ser reanimados e entre os quais a taxa de mortalidade é superior.
O estudo abrangeu 28 393 mulheres de 28 centros de cuidados obstétricos em seis países onde as MGF são comuns -- Burkina Faso, Gana, Quénia, Nigéria, Senegal e Sudão.
Segundo a OMS, mais de 100 milhões de mulheres e raparigas sofreram uma mutilação genital. As mutilações são, em geral praticadas em crianças do sexo feminino com menos de 10 anos.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 2/06/2006)


Conferência – Ambiente e Desertificação, Dia Mundial do Ambiente


Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação

Conferência – Ambiente e Desertificação (PDF)

Dia Mundial do Ambiente
Évora, 5 de Junho de 2006
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo
Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

70º Aniversário da Organização das Nações Unidas

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.