Segunda, 20 Outubro 2014
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Iraque: Conselho de Segurança saúda os resultados definitivos das eleições

O Conselho de Segurança congratulou-se, hoje, pelos resultados definitivos das eleições legislativas iraquianas, proclamados na passada sexta-feira, e apelou às Nações Unidas, para que “desempenhem um papel o mais activo possível no país” assim como aos países vizinhos, para que “reflictam sobre os meios de reforçar a sua contribuição”.

“O Conselho de Segurança comprova com satisfação que a Comissão Eleitoral Independente do Iraque proclamou, a 10 de Fevereiro de 2006, os resultados oficiais das eleições para o Conselho dos Representantes. Considera particularmente animador que partidos políticos que representam todas as comunidades iraquianas tenham participado no escrutínio, como demonstra a forte participação em todo o país”, declarou, hoje, John Bolton dos Estados Unidos, Presidente do Conselho de Segurança durante o mês de Fevereiro, em nome dos seus 15 membros.

O Conselho de Segurança “presta homenagem ao povo iraquiano e felicita-o por ter manifestado o seu empenho num processo político pacífico e democrático e por ter votado, ignorando as dificuldades e as ameaças violentas”, afirmou o Presidente deste órgão.

“O Conselho insiste na importância da abertura, da concertação nacional e da unidade, neste período em que o Iraque avança pelo caminho do desenvolvimento político. Apela às personalidades políticas para que se empenhem decididamente na formação de um Governo realmente inclusivo, que se esforce por construir um Iraque pacífico, próspero, democrático e unido”, sublinhou.

O Conselho lançou também um apelo “àqueles que continuam a recorrer à violência, no sentido de que deponham as armas” e condenou “os actos de terrorismo cometidos no Iraque, actos que não podem comprometer o avanço do país nos planos político e económico”.

O Conselho sublinha que é necessário que todos os Estados e todas as organizações internacionais envolvidas mantenham e reforcem o apoio que prestam ao Iraque, para ajudar o país a desenvolver-se em todas as frentes, nos planos político, económico e social”, diz a declaração.

Saudando igualmente a Comissão Eleitoral Independente, “que organizou e administrou as eleições”, e o Secretário-Geral “pela eficácia da ajuda que deu aos preparativos das eleições”, o Conselho pediu ainda à ONU que “desempenhe também no país um papel tão activo quanto possível”.

Pediu também a todos os outros intervenientes internacionais, em particular aos vizinhos do Iraque, que respeitem as suas decisões sobre esta situação, e também que reflictam sobre os meios de reforçar a sua contribuição neste momento crucial.

“A esse respeito, espera também que a Liga dos Estados Árabes prossiga as actividades que realiza para apoiar o processo político e que aprovou nas suas resoluções 1546 (2004) e 1637 (2005)”, precisou.

“O Conselho reafirma que adere ao objectivo de um Iraque federal, democrático, pluralista e unificado, onde os direitos humanos sejam plenamente respeitados”, conclui a declaração.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 14/02/2006)

Envio de uma força das Nações Unidas para Darfur no centro do encontro entre Bush e Annan

O Presidente Bush e o Secretário-Geral Kofi Annan chegaram a acordo, ontem, em Washington, quanto a trabalharem em conjunto sobre o envio de uma força das Nações Unidas para Darfur, mais robusta e mais móvel do que a actual missão da União Africana, para proteger as populações civis da região e permitir que o pessoal humanitário trabalhe como deve ser.

“Chegámos a acordo sobre o facto de termos necessidade de uma força adequada no terreno. O Presidente Bush está de acordo em trabalhar com outros países e comigo para obter as tropas necessárias no terreno”, afirmou o Secretário-Geral, num encontro com a imprensa, ontem, na Casa Branca, à saída de uma reunião com o Presidente dos Estados Unidos.

Respondendo a uma pergunta sobre “o fracasso das Nações Unidas em Darfur”, Kofi Annan lembrou que se tratava antes de um fracasso da comunidade internacional.

“Quando fala das Nações Unidas, respondeu Annan ao jornalista, suponho que está a falar dos Estados-membros. O Secretariado das Nações Unidas não tem tropas nem recursos. As Nações Unidas podem ser fortes, se os Estados-membros o decidirem. É certo que os Estados-membros apoiaram a força da União Africana, mas esse apoio não é suficiente, devemos fazer mais”.

Kofi Annan lembrou aos jornalistas que o Secretariado estava a preparar o envio de uma força para o terreno.

“De momento, estamos na primeira fase. Assim que definirmos as necessidades, contactaremos os governos para ver o que cada um deles poderá dar, em termos de tropas, de equipamento e de material de comunicação”, explicou o Secretário-Geral.
“As grandes potências deverão desempenhar o seu papel, se quisermos pôr fim à chacina em Darfur”; deverão fornecer “tropas bem treinadas e equipamento de primeira qualidade” e “não delegar aos países do terceiro mundo”, afirmara o Secretário-Geral, num encontro havido com a imprensa na semana passada em Nova Iorque.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 14/02/2006)

Plano de Acção Humanitária 2006 para a RDC lançado em Bruxelas

Bruxelas, 13 de Fevereiro de 2006 – As Nações Unidas e a Comissão Europeia lançaram hoje o Plano de Acção Humanitária 2006 para a República Democrática do Congo (RDC) e pretendem obter 681 milhões de dólares (571 milhões de euros) para satisfazer as necessidades de pelo menos 30 milhões de congoleses vulneráveis.

Por ocasião do lançamento oficial do Plano de Acção 2006, a ONU e a Comissão Europeia convocaram uma Conferência Ministerial, organizada pelo Governo belga, a fim de reunir todos os actores que podem ajudar a atenuar o sofrimento do povo congolês.

“Em cada dia que passa, morrem mais de 1200 pessoas na RDC das consequências da guerra civil: malnutrição, doença e deslocação das populações. Temos de acabar com esta tirania do silêncio. Podemos – e devemos – fazer mais para atenuar esse sofrimento extremo. Chegou o momento de agir”, disse Jan Egeland, Secretário-Geral Adjunto da ONU para os Assuntos Humanitários.

A dimensão da crise que a RDC enfrenta é enorme e tem afectado, de alguma maneira, os 60 milhões de habitantes do país. Mais de quatro milhões pereceram em consequência de anos de conflito continuado. A RDC tem sido denominada a catástrofe humanitária mais mortífera dos últimos 60 anos. Mais de 1,6 milhões de seres humanos continuam deslocados, 200 000 acabam de se deslocar para o Catanga e o Norte do Kivu e quase 1,7 milhões de retornados recentes começam agora a reconstruir as suas casas e meios de subsistência. A esperança de vida diminuiu dez anos, desde o começo da guerra, em 1977. Nas províncias do Leste, os assassínios, sequestros e violência sexal prosseguem. Em algumas zonas, o acesso do pessoal humanitário às populações continua a ser um problema.

O Plano de Acção 2006 é o resultado de um trabalho intenso de toda a comunidade humanitária presente na RDC. Abrange mais de 330 projectos, com um custo de 681 milhões de dólares. O Plano apresenta uma estratégia que visa satisfazer necessidades imediatas, salvando vidas, e reduzir a vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, vai além do horizonte temporal de um ano, apresentando diversos programas com alvos muito específicos que ajudarão a acelerar a recuperação e a redução da pobreza em zonas do país seriamente atingidas, depois das eleições. O plano foi elaborado com a participação activa de uma vasta série de parceiros, nomeadamente doadores no terreno, organismos da ONU e comunidade de ONG. O Plano tenta responder a necessidades em matéria de segurança alimentar, saúde, reintegração, protecção, VIH/SIDA, coordenação, educação, água e saneamento, abrigo, luta anti-minas e género.

No ano passado, 25 milhões de Congoleses recensearam-se entusiasticamente para votar e, em Dezembro, aprovaram por esmagadora maioria uma Constituição que é a base de um Estado democrático e prepara o caminho para as primeiras eleições livres e justas em mais de 40 anos.

“Acreditamos vivamente que o Plano de Acção 2006 para a RDC constitui um plano claro e realista para fazer face à catástrofe humanitária continuada no país. Chegou o momento de intensificar uma acção concertada para responder às necessidades humanitárias do país e dar ao povo congolês a esperança de que um futuro melhor é algo que está ao seu alcance”, afirmou Ross Mountain, Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral.


(Fonte: comunicado de imprensa produzido pelo Gabinete de Coordenação dos Assuntos Comunitários, OCHA).

Abertura em Nova Iorque do 6° Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas

O reforço do Mecanismo Internacional sobre as Florestas, futuro instrumento jurídico internacional destinado a favorecer a sua gestão sustentável no mundo, estará no centro da 6a sessão do Fórum das Nações Unidas sobre as Florestas que começa hoje, em Nova Iorque, e durará 10 dias.

No decurso da 5a sessão, as delegações estavam essencialmente empenhadas em avaliar a eficácia do Mecanismo e em examinar os parâmetros da criação de um quadro jurídico aplicável a todos os tipos de florestas, lembra um comunicado da ONU publicado na sexta-feira passada.

As negociações também tiveram que ver com o reforço da cooperação bem como com as políticas e programas de coordenação.

Os participantes chegaram, então, a um acordo provisório sobre quatro objectivos globais: aumentar de maneira significativa as áreas das florestas protegidas, inverter a tendência para o decréscimo da ajuda pública ao desenvolvimento a favor de uma gestão sustentável das florestas, inverter a tendência da desflorestação e aumentar os benefícios sociais de uma economia assente nos recursos florestais.

A 6a sessão terminará a 24 de Fevereiro. A 5a sessão realizou-se durante o mês de Maio do ano passado.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 13/02/2006).


Plano de Acção Humanitária 2006 para a RDC lançado em Bruxelas

As Nações Unidas e a Comissão Europeia lançaram hoje o Plano de Acção Humanitária 2006 para a República Democrática do Congo (RDC) e pretendem obter 681 milhões de dólares (571 milhões de euros) para satisfazer as necessidades de pelo menos 30 milhões de congoleses vulneráveis.

Por ocasião do lançamento oficial do Plano de Acção 2006, a ONU e a Comissão Europeia convocaram uma Conferência Ministerial, organizada pelo Governo belga, a fim de reunir todos os actores que podem ajudar a atenuar o sofrimento do povo congolês.

“Em cada dia que passa, morrem mais de 1200 pessoas na RDC das consequências da guerra civil: malnutrição, doença e deslocação das populações. Temos de acabar com esta tirania do silêncio. Podemos – e devemos – fazer mais para atenuar esse sofrimento extremo. Chegou o momento de agir”, disse Jan Egeland, Secretário-Geral Adjunto da ONU para os Assuntos Humanitários.

A dimensão da crise que a RDC enfrenta é enorme e tem afectado, de alguma maneira, os 60 milhões de habitantes do país. Mais de quatro milhões pereceram em consequência de anos de conflito continuado. A RDC tem sido denominada a catástrofe humanitária mais mortífera dos últimos 60 anos. Mais de 1,6 milhões de seres humanos continuam deslocados, 200 000 acabam de se deslocar para o Catanga e o Norte do Kivu e quase 1,7 milhões de retornados recentes começam agora a reconstruir as suas casas e meios de subsistência. A esperança de vida diminuiu dez anos, desde o começo da guerra, em 1977. Nas províncias do Leste, os assassínios, sequestros e violência sexal prosseguem. Em algumas zonas, o acesso do pessoal humanitário às populações continua a ser um problema.

O Plano de Acção 2006 é o resultado de um trabalho intenso de toda a comunidade humanitária presente na RDC. Abrange mais de 330 projectos, com um custo de 681 milhões de dólares. O Plano apresenta uma estratégia que visa satisfazer necessidades imediatas, salvando vidas, e reduzir a vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, vai além do horizonte temporal de um ano, apresentando diversos programas com alvos muito específicos que ajudarão a acelerar a recuperação e a redução da pobreza em zonas do país seriamente atingidas, depois das eleições. O plano foi elaborado com a participação activa de uma vasta série de parceiros, nomeadamente doadores no terreno, organismos da ONU e comunidade de ONG. O Plano tenta responder a necessidades em matéria de segurança alimentar, saúde, reintegração, protecção, VIH/SIDA, coordenação, educação, água e saneamento, abrigo, luta anti-minas e género.

No ano passado, 25 milhões de Congoleses recensearam-se entusiasticamente para votar e, em Dezembro, aprovaram por esmagadora maioria uma Constituição que é a base de um Estado democrático e prepara o caminho para as primeiras eleições livres e justas em mais de 40 anos.

“Acreditamos vivamente que o Plano de Acção 2006 para a RDC constitui um plano claro e realista para fazer face à catástrofe humanitária continuada no país. Chegou o momento de intensificar uma acção concertada para responder às necessidades humanitárias do país e dar ao povo congolês a esperança de que um futuro melhor é algo que está ao seu alcance”, afirmou Ross Mountain, Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral.


(Fonte: comunicado de imprensa produzido pelo Gabinete de Coordenação dos Assuntos Comunitários, OCHA).


Façamos um mundo melhor

Vamos fazer do mundo um lugar melhor 

Vídeo apresentado no contexto da Cúpula do #Clima das Nações Unidas.

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.