Terça, 30 Junho 2015
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A ONU na sua língua

Enquanto olhávamos noutra direcção...* - - Shashi Tharoor, Secretário-Geral Adjunto da Comunicação e da Informação das Nações Unidas

Em todo o mundo, as pessoas são influenciadas cada vez mais pelo que vêem nos seus ecrãs de televisão. Assim, quando uma série dramática popular decide abandonar o serviço de emergências local e filmar um conjunto de episódios num campo destinado a acolher as vítimas de um conflito que ocorre do outro lado do mundo, não podemos deixar de reparar. Foi esse o meu caso, sobretudo porque aconteceu quando as Nações Unidas se preparavam para lançar a lista anual da ONU dos dez principais tópicos da actualidade internacional que mereciam ter recebido uma maior cobertura pelos meios de comunicação social. A série em questão era a americana Serviço de Urgência, e os seus produtores decidiram transferir a acção de Chicago, no Midwest americano, para um campo de deslocados internos no Darfur, devastado pelo conflito. Não consigo imaginar muitas maneiras melhores de fazer ver a dura realidade deste conflito terrível a pessoas cujas vidas quotidianas estão a grande distância deste nível de sofrimento.
 
Se a intenção dos produtores é ajudar os telespectadores a compreenderem o sofrimento e as atrocidades, de modo a poderem pedir aos seus governos que tomem medidas para lhes pôr termo, então o seu objectivo é admirável. E duplamente meritório, já que um serviço americano de análise dos meios de comunicação social afirma que os três principais noticiários da noite dedicaram, em conjunto, menos de 10 minutos a este conflito devastador nos primeiros quatro meses de 2006 – e segundo informação circunstancial de que dispomos, a cobertura dos meios de radiodifusão no resto do mundo não foi muito melhor.

É evidente que as crises não são todas iguais aos olhos da comunicação social e, portanto, aos olhos do mundo. Haverá outra razão para explicar o facto de o tsunami no Sul da Ásia, que assolou a região em plena época de férias, em 2004, ter desencadeado uma enorme onda de solidariedade, enquanto a resposta da comunidade mundial ao sismo devastador que destruiu Bam, antiga cidade da Rota da Seda situada no Irão, um ano antes, foi no mínimo lenta?

Em 2004, os meus colegas e eu estávamos muito preocupados com o facto de a cobertura geral da guerra no Iraque estar a afastar dos jornais e dos ecrãs de televisão outros casos extremamente importantes com interesse suficiente para serem relatados pela comunicação social. Decidimos que a primeira coisa a fazer era divulgar uma lista dos casos de que não se falava. Foi assim que nasceu a lista anual da ONU intitulada "Dez casos de que o mundo devia ouvir falar mais".

Houve quem receasse que a comunicação social pudesse ver a nossa lista como uma reprimenda, mas não era essa de modo nenhum a nossa intenção. Queríamos encontrar uma maneira de levar as pessoas comuns a preocuparem-se o suficiente com aqueles casos para dizerem aos seus dirigentes que ajam – que ajam no sentido de apoiar pessoas que têm superado dificuldades tremendas, pessoas que necessitam urgentemente da nossa ajuda colectiva para escapar à miséria total, ao sofrimento e a coisas piores, e com vista a dar destaque aos casos de sucesso que merecem ser reconhecidos. Para isso, decidimos fornecer aos jornalistas e chefes de redacção uma lista dos casos que mereciam ser relatados pela comunicação social e receber a nossa atenção, na esperança de que a nossa insistência contribuísse para que colocassem em primeiro plano histórias que são exemplos de afirmação da vida ou de ameaças à vida.

Passados dois anos, muitas dos casos incluídos nas nossas listas anteriores continuam a receber uma cobertura valiosa por parte de organizações da comunicação social e de bloggers. Mas, embora as nossas listas tenham produzido resultados, o dilema fundamental subsiste – os principais meios de comunicação social continuam a concentrar-se em meia dúzia de tópicos da actualidade internacional, enquanto outros que são igualmente importantes e merecem igualmente a nosso tempo e esforço colectivos, apenas são aflorados muito brevemente e, em muitos casos, numa perspectiva bastante limitada.

Muitos dos casos incluídos na lista de 2006, que foi divulgada em 15 de Maio, não têm a ver com locais que nunca foram contemplados pelos noticiários, mas sim com aspectos desses casos que de uma maneira ou de outra passaram despercebidos.

Quando o mundo se concentra nos esforços para apresentar à justiça o antigo ditador liberiano Charles Taylor, pedimos que não se esqueçam de mencionar que a nova dirigente da Libéria, Ellen Johnston-Sirleaf, foi a primeira mulher a ser eleita Presidente em África e que não ignorem a dura luta que o seu povo enfrenta ao tentar construir uma paz duradoura.

E, quando são divulgadas notícias sobre a luta do poder popular contra a corte do Nepal, talvez valha a pena falar também do conflito com os maoístas e dos danos que este conflito tem causado na vida de toda uma geração de crianças.

E quando a República Democrática do Congo é identificada com anos de conflito e carnificina, não será possível falar aos leitores ou telespectadores das medidas corajosas tomadas por este país para realizar as suas primeiras eleições pluripartidárias de sempre?
 
O nosso objectivo é fornecer aos jornalistas informação oportuna e precisa sobre estes outros aspectos. E fazemo-lo porque se trata de assuntos que merecem a vossa atenção e apoio.

Poderá argumentar-se que os jornalistas são apenas contadores de histórias – a verdadeira acção passa-se noutros sítios. Mas as histórias bem contadas podem mudar o mundo. A nossa tarefa consiste em desafiar aqueles que contam as histórias que definem o nosso mundo a utilizarem esse poder para tornar o mundo um sítio melhor.


* Artigo publicado em Portugal pelo Semanário a 2/06/2006

Kofi Annan aplaude Declaração Política sobre SIDA adoptada pela Assembleia Geral

No final da Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral sobre a SIDA, o Secretário-Geral aplaudiu, ontem, a Declaração Política sobre VIH/SIDA que responde aos seus apelos a um texto ambicioso.
A Assembleia Geral adoptou, por consenso, no final da cimeira de três dias que reuniu várias dezenas de Chefes de Estado e de Governo, uma nova Declaração Política sobre a luta contra o VIH/SIDA, saudada como um documento substancial pelo seu Presidente Jan Eliasson.
Numa mensagem transmitida pelo seu porta-voz, Kofi Annan mostrou-se "particularmente animado pelo facto de, por meio desta Declaração, os governos se terem comprometido a tomar medidas para promover a igualdade de género, o empoderamento das mulheres e a protecção das raparigas".
"Regozija-se também com o facto de os governos se terem comprometido a respeitar todos os direitos das pessoas que vivem com o VIH/SIDA e a reforçar a protecção a todos os grupos vulneráveis, quer se trate de jovens, de trabalhadores do sexo, consumidores de drogas injectáveis ou homens que têm relações sexuais com outros homens".
O Secretário-Geral saudou também "o amplo leque de medidas de prevenção do VIH, incluindo os preservativos masculinos e femininos e o material de esterilização de seringas, adoptado na Declaração".
"Regista ainda com agrado o pleno compromisso expresso na resposta do sector privado e da sociedade civil, incluindo as pessoas que vivem com o VIH/SIDA" bem como "o compromisso de despender, até 2010, entre 20 e 23 mil milhões de dólares na resposta ao VIH/SIDA".
"O Secretário-Geral espera que, com esta Declaração, os dirigentes do mundo tenham finalmente oficializado o seu compromisso pessoal e liderança necessária por ganhar a batalha contra o VIH/SIDA, que é o maior desafio que a nossa geração enfrenta", conclui a mensagem.


(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 3/06/2006)


Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Kofi Annan, por ocasião do Dia Mundial do Ambiente (5 de Junho de 2006)

O tema escolhido este ano para o Dia Mundial do Ambiente, “Não à Desertificação das Zonas Áridas!”, recorda-nos, neste Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, a importância de cuidar das vastas zonas áridas e semiáridas do nosso planeta.

As zonas áridas, presentes em todas as regiões, cobrem mais de 40% da Terra e albergam cerca de 2 mil milhões de pessoas – um terço da população mundial. Para a maior parte dos habitantes destas zonas, a vida é dura e o futuro, muitas vezes precário. Vivem em zonas ecológica, económica e socialmente marginais. É essencial que não descuremos essas pessoas nem os frágeis habitats de que dependem.

Em todo o planeta, a pobreza, a gestão insustentável dos solos e as alterações climáticas estão a transformar as zonas áridas em desertos e, por sua vez, a desertificação conduz à pobreza ou agrava-a. Calcula-se que entre 10 e 20% das zonas áridas já se tenham degradado. O problema é particularmente grave na África subsariana e no Sul da Ásia, onde constitui um grave obstáculo à erradicação da pobreza extrema e da fome e põe em risco as medidas destinadas a garantir a sustentabilidade ambiental, objectivos, que os governos mundiais se comprometeram a atingir até 2015, no quadro de um vasto programa cuja realização daria à humanidade um futuro mais seguro.

Existem também cada vez mais provas de que a degradação das zonas áridas e a necessidade de partilhar recursos cada vez mais escassos são um factor de conflito. Além disso, as pessoas que já não podem subsistir nas zonas áridas vão engrossar as fileiras dos refugiados ambientais e económicos que exercem uma grande pressão sobre os recursos já limitados das vilas e cidades de todo o mundo em desenvolvimento.

É difícil inverter o processo de desertificação, mas é possível detê-lo. Protegendo e recuperando as zonas áridas não só aliviaríamos a crescente pressão sobre as zonas urbanas do mundo como contribuiríamos para um mundo mais pacífico e seguro. E ajudaríamos também a preservar paisagens e culturas seculares sem as quais o nosso património cultural ficará irremediavelmente empobrecido.

Neste Dia Mundial do Ambiente, no décimo aniversário da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, exorto os governos e as comunidades de todo o mundo a pensarem nos desafios da vida nos confins dos desertos, para que as pessoas que aí vivem possam esperar um futuro de paz, saúde e progresso social.

Centro Regional de Informação das Nações Unidas lança um novo sítio Web multilingue e um novo design de assinatura

Bruxelas, 2 de Junho de 2006 – No dia 6 de Junho de 2006, o Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC) irá realizar um evento especial para lançar o seu novo sítio Web que se destina a aproximar a Organização e o seu trabalho de audiências da Europa Ocidental, na sua própria língua. O evento realizar-se-á no Residence Palace, em Bruxelas, na presença do Secretário-Geral Adjunto da ONU para a Comunicação e a Informação, Shashi Tharoor. O novo sítio Web do UNRIC (www.unric.org) estará disponível em 13 línguas: alemão, dinamarquês, espanhol, finlandês, francês, grego, inglês, islandês, italiano, neerlandês, norueguês, português e sueco. Cada sítio linguístico contém informação sobre os eventos, actividades e comemorações mais importantes relacionados com as Nações Unidas e também sobre programas do UNRIC e de organismos do sistema da ONU na região.

As secções do sítio Web em línguas não oficiais da ONU (todas excepto o espanhol, o francês e o inglês que, em vez disso, acederão a informação através de ligações ao sítio Web da sede da ONU) também contêm informação de base sobre as Nações Unidas, designadamente a sua estrutura, principais documentos, organismos do sistema da ONU, oportunidades de emprego e principais áreas de trabalho. No que se refere a estas dez línguas, o sítio do UNRIC pretende ser a fonte principal e mais completa de informação sobre o sistema das Nações Unidas na Internet.

O novo sítio Web baseia-se num sistema de gestão de conteúdos (SGC) de fonte aberta e foi personalizado com a ajuda da comunidade digital. O pacote SGC Joomla foi desenvolvido em 2005 nas 13 línguas do UNRIC, graças a trabalho voluntário de técnicos do mundo inteiro. O SGC personalizado do UNRIC está a ser utilizado para criar sítio Webs para outros centros de informação das Nações Unidas, em particular, na África ao Sul do Sara. O software gratuito, com carregamento fácil de informação com base na Web é uma solução perfeita para estes pequenos escritórios.

O UNRIC vai igualmente lançar um novo design de assinatura que é fruto de um concurso entre alunos de design da Europa Ocidental. Franck Sarfati, co-fundador do estúdio de design Sign em Bruxelas, ajudou a seleccionar a proposta vencedora – um trabalho de Teemu Karuaho da Universidade de Ciências Aplicadas da Finlândia. Teemu passou uma semana no estúdio da Sign* a aperfeiçoar as suas técnicas e a dar os últimos retoques no logótipo vencedor, trabalhando com equipamento fornecido pela representação da Apple na Bélgica. No evento de lançamento a realizar em 6 de Junho, Teemu Karuaho receberá um prémio oferecido pela Olympus, uma empresa patrocinadora.

Para mais informações, contactar:
 
Nenad Vasic, tel. +32-2-788-8458, e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar , or
Philippe Chabot, tel. ≠32-2788-8474, e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .
www.unric.org

Ficha Informativa sobre VIH/SIDA

Progressos ao nível dos países


O relatório do ONUSIDA sobre a epidemia mundial de SIDA relativo a 2006 (UNAIDS 2006 Report on the global AIDS epidemic) contém dados sobre os progressos realizados ao nível dos países em direcção à consecução das metas estabelecidas na Declaração de Compromisso sobre o VIH/SIDA, adoptada pela ONU em 2001. Os dados baseiam-se em relatórios recebidos de 126 países e grupos da sociedade civil de mais de 30 países.


Progressos



  • Foram realizados progressos importantes desde a Sessão Extraordinária da Assembleia Geral da ONU de 2001 sobre o VIH/SIDA, mas as respostas dos países e regiões ao VIH são extremamente diversas.

  • Embora alguns países tenham alcançado metas e objectivos fundamentais em 2005, muitos países não conseguiram cumprir as promessas especificadas na Declaração de Compromisso sobre o VIH/SIDA, adoptada pelos Estados-Membros da ONU em 2001.

  • Em alguns países registaram-se grandes avanços no que se refere a alargar o acesso ao tratamento, mas não se conseguiu conferir aos programas de prevenção do VIH a escala desejada, enquanto noutros em que houve uma redução da prevalência do VIH a nível nacional apenas se está a avançar lentamente no sentido de garantir o tratamento a todos aqueles que dele necessitam.

  • Na maioria dos países, já existem actualmente bases sólidas para o lançamento de acções eficazes contra a SIDA, graças a um maior empenhamento político e a uma melhor coordenação entre os parceiros a nível nacional.

  • Os fundos anuais afectados à luta contra a SIDA em países de rendimento baixo e médio aumentou 28 vezes desde que o ONUSIDA foi criada em 1996 – de 300 milhões de dólares para 8,3 mil milhões de dólares em 2005.

  • As despesas públicas nacionais também registaram um aumento significativo nos países de baixo rendimento da África ao Sul do Sara, mas nos países de rendimento médio esse aumento foi mais moderado. Em 2005, os recursos nacionais atingiram 2,5 mil milhões de dólares.

  • O acesso ao tratamento nos países em desenvolvimento aumentou extraordinariamente nos últimos cinco anos, tendo o número de pessoas com acesso à terapêutica anti-retroviral aumentado de 240 000 em 2001 para 1,3 milhões em 2005. Até à data, 21 países já atingiram ou ultrapassaram as metas da iniciativa "3 até 2005", cujo objectivo é assegurar o tratamento a pelo menos 50% das pessoas que dele necessitam.

  • O número de pessoas que se submetem a análises de despistagem do VIH e recorrem a serviços de aconselhamento quadruplicou nos últimos cinco em mais de 70 países abrangidos pelo estudo – de aproximadamente 4 milhões de pessoas em 2001 para 16,5 milhões em 2005.

  • Em 58 países que facultaram informação, 74% das escolas primárias e 81% das escolas secundárias já estão actualmente realizar programas de educação sobre a SIDA.

  • Em 8 dos 11 países da África ao Sul do Sara estudados, a percentagem de jovens que têm relações sexuais antes dos 15 anos diminuiu e registou-se um aumento da utilização de preservativos nos últimos cinco anos.

  • 6 de 11 países africanos muito afectados pelo VIH informaram que a prevalência do VIH na faixa etária dos 15 aos 24 anos, nas respectivas capitais, diminuiu 25% ou mais.

  • Alguns países já conseguiram alargar a cobertura de programas profilácticos com medicamentos anti-retrovirais a quase 60% das mulheres grávidas seropositivas, a fim de prevenir a transmissão de mãe para filho.

  • O sangue destinado a transfusões é actualmente submetido a controlos sistemáticos na maioria dos países para detectar a presença de VIH.


Problemas



  • Os programas de prevenção do VIH não estão a chegar às pessoas que se encontram em situação de maior risco. Continuam a não ser desenvolvidos esforços suficientes para informar melhor os jovens sobre a SIDA.

  • Embora uma das metas da Declaração de Compromisso sobre o VIH/SIDA fosse garantir que 90% dos jovens estivessem bem informados sobre a SIDA até 2005, os inquéritos realizados revelam que a percentagem de jovens com bons conhecimentos sobre a doença é inferior a 50%.

  • Nos países de rendimento baixo e médio, apenas 9% dos homens que têm relações sexuais com homens beneficiaram de um tipo qualquer de serviços de prevenção do VIH; a percentagem de consumidores de droga injectada que tiveram acesso a serviços de prevenção do VIH é inferior a 20%, e, na Europa Oriental e Ásia Central, onde o consumo de drogas é um dos grandes factores de propagação do VIH, a cobertura é inferior a 10%.

  • A oferta de serviços destinados a prevenir a infecção pelo VIH em recém-nascidos não está a aumentar tão rapidamente como os programas de tratamento com anti-retrovirais, e, nos países de rendimento baixo e médio, apenas 9% das mulheres grávidas beneficiam desses serviços.

  • Relatórios preparados por organizações da sociedade civil de mais de 30 países em desenvolvimento revelam que o estigma e a discriminação de que são vítimas as pessoas que vivem com o VIH continuam a ser fenómenos frequentes.

  • Os governos nacionais, os parceiros internacionais e as comunidades não estão a prestar cuidados e apoio suficientes aos 15 milhões de órfãos da SIDA, nem a milhões de outras crianças que se encontram numa situação vulnerável devido à epidemia.

  • A cobertura do tratamento com anti-retrovirais varia consideravelmente dentro das várias. regiões. Na África ao Sul do Sara, a cobertura varia entre 3% na República Centro-Africana e 85% no Botsuana. Enquanto na Argentina, Brasil e Venezuela mais de 80% dos doentes estão a ser tratados com anti-retrovirais, no Paraguai e na Bolívia a percentagem de doentes que estão a receber esse tipo de tratamento é apenas de 29% e 37%, respectivamente. Na Índia, que poderá vir a ser em breve o país com a maior população pessoas a viver com VIH, a cobertura do tratamento anti-retroviral não ultrapassou 7% em 2005. Na Federação Russa, apenas 5% dos doentes que necessitam de tratamento têm acesso ao mesmo.

    Contactos
    Dominique De Santis | UNAIDS Geneva | tel. +41 22 791 4509 | Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
    Sophie Barton-Knott | UNAIDS Geneva | tel. +41 22 791 1697 | Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar


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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.