Sábado, 29 Agosto 2015
UNRIC logo - Portuguese

A ONU na sua língua

O Secretário-Geral condena os disparos de bombas-foguete contra Israel, pedindo, mais uma vez, a este país que se abstenha de acções de punição colectiva


A declaração que se segue foi emitida, hoje, em Accra, Gana, pelo Porta-voz do Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan:



O Secretário-Geral condena, mais uma vez o lançamento, a partir de Gaza, de bombas-foguete contra Israel, tais como as que, ontem, atingiram uma escola na cidade de Ashkelon. Apelou, igualmente, e mais uma vez, ao Governo Israelita para que se abstenha de realizar acções de punição colectiva contra civis palestinianos e garanta o fornecimento a Gaza de combustíveis, bens de consumo correntes e outros produtos essenciais.


O Secretário-Geral relembrou, mais uma vez, que o Governo de Israel e a Autoridade palestiniana devem respeitar as obrigações que decorrem do direito humanitário internacional, relativamente à protecção de civis e infra-estruturas civis.


O Secretário-Geral repetiu o seu apelo à libertação imediata do cabo Gilad Shalit.


A situação é perigosa e pode ser explosiva. O Secretário-geral pede a todas as partes envolvidas que evitem o pior.


(Fonte: Comunicado de Imprensa SG/SM/10552 - PAL/2055 de 05/07/2006)


Coreia do Norte: Conselho de Segurança debruça-se sobre um projecto de resolução.

Após ter reunido esta manhã, a pedido do Japão, para tratar da questão do lançamento de mísseis balísticos efectuados, ontem, pela Coreia do Norte, o Conselho de Segurança irá começar esta tarde as negociações para um projecto de resolução que condene esses ensaios.


À saída de uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança, em Nova Iorque, o Representante do Japão junto da ONU, Kenzo Oshima, ladeado pelos Embaixadores do Reino Unido e dos Estados Unidos, declarou: "O lançamento de um míssil, pela Coreia do Norte, há oito anos, era já preocupantes. Desta vez, o lançamento de 7 mísseis é bem mais grave."


"Há oito anos, a Coreia do Norte retirou-se do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e retomou o seu programa nuclear. Os ensaios de mísseis conduzem-nos a uma situação bem mais grave", acrescentou.


A Coreia do Norte retirou-se do TNP em Janeiro de 2003, anunciando, posteriormente, que dispunha de armas nucleares.


Falando aos jornalistas, Kenzo Oshima disse ter pedido ao Conselho para adoptar uma resolução e começar, imediatamente, as discussões sobre a questão.


As discussões entre os peritos começam esta tarde. O Japão reúne-se com os Estados Unidos, países da região e com o grupo dos 6 (China, Japão, Rússia, Estados Unidos e as duas Coreias), criado para encontrar uma solução para a questão nuclear norte-coreana.


O Representante do Japão afirmou ainda que lamentava vivamente que a Coreia do Norte tivesse realizado estes ensaios, violando a moratória que fora adoptada, em 2005, pelo Grupo dos 6. Acrescentou que esperava que a reacção do Conselho fosse "rápida e determinada".


"Seja qual for a resposta, devemos expressar uma condenação do lançamento dos mísseis e a séria preocupação da comunidade internacional perante a proliferação de armas de destruição maciça.


O Representante do Reino Unido, Emyr Jones Parry, afirmou que, pela sua parte, se pode esperar uma "resposta rápida e firme".


John Bolton, Embaixador dos Estados Unidos, referiu que o debate levado a cabo durante a manhã tinha sido muito interessante e que nenhum membro tinha defendido a posição da Coreia do Norte.


Interrogado sobre a possibilidade de imposição de sanções, John Bolton disse que, neste momento, os membros do Conselho estavam dispostos a enviar uma mensagem firme à República Popular Democrática da Coreia. Interrogado sobre o programa anti-balístico dos Estados Unidos, o Representante americano sublinhou que os ensaios norte-coreanos demonstram a sensatez do programa lançado pelo Presidente Bush.


O Embaixador russo em Nova Iorque, Vitaly Churkin, que manifestou o seu desejo de uma mensagem firme, declarou que "a Rússia partilha da preocupação do Conselho de Segurança perante os movimentos da Coreia do Norte". Acrescentou que a Rússia está preocupada com as consequências que esta situação pode ter na estabilidade regional, pelo facto de estes eventos não fazerem avançar a questão nuclear e porque alguns fragmentos destes mísseis caíram perto da fronteira russa.


O Embaixador russo pediu que se "mantivesse a cabeça fria" e que se continue a alcançar o objectivo da resolução da questão nuclear. Sugeriu que a reacção do Conselho assuma a forma de uma declaração presidencial, em vez de uma resolução.


Por outro lado, o Representante francês, Jean-Marc de la Sablière, actual Presidente do Conselho de Segurança, relembrou que o seu país condenara os ensaios balísticos da Coreia do Norte. Sublinhou que "é importante agir de modo que a Coreia do Norte não possa desenvolver mais essa tecnologia".



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 05/07/2006)



DEZ CASOS DE QUE SE DEVERIA FALAR MAIS* - Somália: A ausência de segurança agrava os efeitos da seca

No contexto de um processo de paz frágil e de perspectivas encorajadoras de reconciliação, a insegurança que persiste em muitas partes do país levanta desafios crescentes à assistência humanitária. Ao mesmo tempo, a Somália enfrenta os efeitos da pior seca dos últimos dez anos.

A história
Num momento em que as agências humanitárias da Nações Unidas alertam para a situação no Corno de África, onde mais de 8 milhões de pessoas se encontram em grave perigo devido a uma devastadora seca, a situação num dos países mais afectados, a Somália, continua a ser motivo de particular preocupação e exige especial atenção. Apesar dos recentes progressos no sentido de restabelecer um governo central, a persistente insegurança torna o combate às consequências da seca muito difícil, complicando ainda mais a reconciliação política e deixando a Somália especialmente vulnerável a uma nova destabilização. Os dois elementos - o processo de paz política, por um lado, e a precária situação humanitária, por outro – constituem duas dinâmicas distintas, mas intrinsecamente ligadas, diz Christian Balslev-Oleses, Coordenador Humanitário Interino das Nações Unidas na Somália. A Somália enfrenta a mais grave situação de emergência da última década devido à seca, o que vem juntar-se a uma situação que apresenta o conjunto de indicadores mais difíceis para o desenvolvimento humano.
Em Março, o Conselho de Segurança da ONU expressou a sua crescente preocupação com os Somalis, que perderam os seus meios de subsistência e que enfrentam uma situação de insegurança alimentar e civil cada vez mais grave, e exortou os dirigentes somalis a assegurarem um acesso humanitário completo e sem entraves e a garantirem a segurança do pessoal humanitário.

Hoje, cerca de 2,1 milhões de Somalis estão totalmente dependentes da ajuda internacional. Não é por isso surpreendente que uma grande parte do mais recente apelo a contribuições feito pelas Nações Unidas para assistência humanitária no Corno de África  - 237 milhões de dólares de um total de 426 milhões -  se destine à Somália. Os trabalhadores humanitários enfrentam dificuldades sem precedentes para chegar a todos quantos precisam de ajuda, procurando prestar assistência apesar das ameaças constantes, dos actos de pirataria, dos sequestros e dos bloqueios de estradas. Sem esta ajuda, as regiões mais afectadas do Sul poderiam registar entre 10 a 12 mil mortes humanas e ver morrer 80% do gado do país. Como as reservas alimentares estão a diminuir, é necessária uma ajuda externa crescente. De acordo com um alerta, lançado recentemente num relatório das Nações Unidas, a competição por estes escassos recursos será cada vez maior, conduzindo a lutas entre clãs ou no interior de clãs, sequestros, pilhagem de comboios humanitários, extorsão e imposição de “taxas de protecção”.

O contexto


  • Anos sucessivos de fraca precipitação atmosférica afectaram particularmente as comunidades pastoris e agropastoris, que se viram obrigadas a percorrer longas distâncias para encontrar alimento para os seus animais. Ao mesmo tempo, a redução da produção agrícola levou a um aumento impressionante do preço dos bens alimentares básicos, particularmente dos cereais.

  • As cerca de 2,1 milhões de pessoas que dependem da ajuda representam 25% da população e incluem os 400 mil deslocados internos, muitos dos quais correm o risco de morrer devido à malnutrição, caso nada seja feito para combater esta crise. Em algumas áreas, as famílias estão a gastar entre 70% a 80% do seu parco rendimento apenas para comprar água.

  • Há mais de 1000 funcionários (internacionais ou contratados localmente) de organismos das Nações Unidas a trabalhar no país. Contudo, não há pessoal internacional nas principais cidades como Mogadíscio e Kismayu.

  • Cerca de 80% das escolas localizadas em áreas afectadas pela seca estão fechadas, num país onde apenas 20% das crianças têm acesso à educação em condições normais.

  • A segurança continua a ser o maior problema que ameaça o processo de paz somali. Continua, também, a afectar a grave situação humanitária, que é também agravada pela seca na região. O Governo Federal de Transição conseguiu alguns avanços no que se refere a superar as divergências entre facções somalis; contudo, há vários obstáculos que podem afectar o frágil processo de paz. Os recentes distúrbios em Mogadíscio agravaram as tensões, o mesmo se podendo dizer acerca da presença de certas milícias armadas nos arredores de Baldoa, sede provisória do Governo. Os dirigentes somalis e o Governo Federal de Transição estão a analisar a possibilidade de acantonar estes grupos e de lhes fornecer água, alimentos e alojamento, com a ajuda dos doadores.


PARA MAIS INFORMAÇÕES:
Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA)
Amanda di Lorenzo, Tel: +254 734 210 102, e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Gabinete do Enviado Humanitário Especial para o Corno de África
Olla Hassan, Tel. +1 917 367 4331, e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Programa Alimentar Mundial (PAM)
Peter Smerdon, Tel. +254 20 622179 ou telemóvel: +254 733 528 911, e-mail, Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Gabinete Político das Nações Unidas para a Somália (UNPOS)
Ian Steele, Tel: +254 020 62 1500, E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

LIGAÇÕES ÚTEIS :
Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA): http://www.reliefweb.int/rw/dbc.nsf/doc104?OpenForm&rc=1&cc=som
Centro de Notícias das Nações Unidas: http://www.un.org/news
Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF): http://www.unicef.org/infobycountry/somalia.html
Programa Alimentar Mundial (PAM):
http://www.wfp.org

* Colaboração Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC) / Semanário

Declaração por ocasião do Dia Mundial da População, Thoraya Ahmed Obaid, Directora Executiva do UNFPA (11 de Julho de 2006)


 


Este ano, o Dia Mundial da População é dedicado aos jovens. Se compararmos uma rapariga de 10 anos com um jovem adulto de 24, comprovamos que as suas necessidades são diferentes e as culturas diversas. Apesar disso, em todo o mundo, os jovens querem ser ouvidos e participar.

Têm ideias, determinação, energia para impulsionar acções eficazes a fim de reduzir a pobreza e desigualdade. Em todas as regiões, os jovens estão a participar em acções contra o VIH/SIDA e outras questões que afectam a sua saúde, a sua educação e as suas oportunidades no futuro.


Os jovens querem preservar a sua segurança e a sua saúde. Querem uma oportunidade de um futuro melhor. Sobre a prevenção do VIH/SIDA, dizem-nos: "Os adultos dizem que somos muito jovens para receber informação; nós respondemos-lhes que somos também muito novos para morrer". Sobre o planeamento familiar, dizem-nos: "Os homens devem partilhar as reponsabilidades com as mulheres". Sobre saúde sexual e reprodutiva, dizem-nos: "Os jovens precisam desta informação, porque é algo que modela as nossas vidas e afecta o nosso futuro".


No entanto, actualmente, milhões de jovens são ameaçados pela pobreza, o analfabetismo, os riscos ligados à gravidez e ao parto e o VIH/SIDA. Hoje, mais de 500 milhões de pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos vivem com menos de 2 dólares por dia; nos países em desenvolvimento, 96 milhões de mulheres jovens mulheres não sabem ler nem escrever; e 14 milhões de raparigas adolescentes, com idades entre os 15 e 19 anos, dão à luz todos os anos. Todos os dias, 6 mil jovens são infectados pelo VIH.


Estes problemas estão intrinsecamente ligados aos objectivos fixados pelos dirigentes mundiais para reduzir a pobreza e melhorar a saúde e o bem-estar. É claro que só será possível alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, se os jovens participarem activamente no processo de formulação de políticas e de programas, se as suas vozes forem ouvidas, se as suas necessidades forem satisfeitas e os seus direitos humanos, respeitados.


O UNFPA defende os direitos dos jovens à educação, à saúde e ao emprego. Reconhecemos que o investimento nos jovens promove o crescimento social e económico. Um aspecto fundamental destes esforços é manter as raparigas na escola, para que possam preparar-se para a vida activa, adiar o casamento e a gravidez até à idade adulta e prevenir a infecção pelo VIH. Os jovens têm capacidade de impulsionar o desenvolvimento.


Hoje, Dia Mundial da População, concentremos a nossa atenção nos jovens e procuremos novas formas de trabalhar lado a lado como parceiros para o desenvolvimento. Apesar de muitas vezes se dizer que os jovens são o futuro, é também verdade que os jovens também são o presente e que há que apoiar a sua liderança futura desde hoje. Tal como disse um jovem educador de outros jovens, "estamos a criar o futuro e é fantástico".



Nota: Para informações sobre o Dia Mundial da População, é favor visitar: http://www.unfpa.org/wpd/index.htm



Na Cimeira da União Africana, Kofi Annan sublinhou os progressos alcançados, mas pediu mais acção

Ao mesmo tempo que sublinhou os progressos significativos alcançados por África em matéria de desenvolvimento, direitos humanos e segurança, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, disse aos dirigentes do continente africano, reunidos, hoje, na Gâmbia, que ainda há muito a fazer para consolidar e levar mais longe esses avanços.


Referindo-se a um conjunto de objectivos de luta contra a pobreza estabelecidos durante a Cimeira da ONU em 2000, Kofi Annan disse que há muitos obstáculos a ultrapassar em todo o continente africano, para atingir todos os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.


Acrescentou, ainda, que os progressos alcançados em alguns dos Objectivos são profundamente encorajadores, citando alguns exemplos como o aumento das taxas de escolarização, a descida da prevalência de SIDA, a maior disponibilidade de água potável e o crescimento económico em geral - estima-se que 27 países Africanos registem, no próximo ano, um aumento de mais de 5% do seu PIB.


"Hoje uma coisa é clara para todos nós aqui: o desenvolvimento de África contraria a imagem geral e distorcida do nosso continente como um mar de pobreza indiferenciada", disse.


O Secretário-Geral exaltou, também, os progressos obtidos ao nível da segurança. Referiu que, comparando com a situação de há uma década, o número de conflitos violentos diminuiu drasticamente. Observou, ainda, que os africanos se mostram cada vez mais responsáveis pelos assuntos de paz e segurança que lhes dizem respeito.


No campo dos direitos humanos, relembrou que, há nove anos atrás, tinha condenado alguns dirigentes Africanos pela sua visão. Estes dirigentes consideravam, então, que os direitos humanos eram um luxo dos países ricos para o qual a África não estava preparada" ou viam-nos como uma imposição, ou mesmo um conspiração, dos países industrializados ocidentais.


"Desde então, os africanos demonstraram que os direitos humanos são também direitos africanos", sublinhou.


Ao mesmo tempo, alertou para um excesso de optimismo. " Não nos deixemos enganar. Globalmente, o número de africanos que vivem em situação de pobreza extrema continua a aumentar. A propagação do VIH/SIDA continua a ultrapassar os nossos esforços para a conter. A segurança alimentar continua a ser algo que nos escapa e a degradação ambiental persiste. O desemprego juvenil continua, também ele, a aumentar.


Os conflitos no Darfur, Costa do Marfim, Somália e Norte do Uganda continuam a ultrapassar os esforços para encontrar soluções. Apesar das eleições, muitos governos continuam a dificultar a acção dos partidos da oposição e restringir a liberdade de imprensa. Muitos continuam a excluir certos grupos da participação na vida pública. Muitos continuam a praticar e a tolerar corrupção em larga escala. Com demasiada frequência, a exploração dos recursos naturais continua a beneficiar apenas alguns.


Para levar mais longe os progressos obtidos até agora, Kofi Annan, apelou para uma estratégia abrangente para o futuro, pedindo que se concedesse igual importância e atenção aos três pilares: desenvolvimento, segurança e direitos humanos.


Kofi Annan, cujo segundo mandato de cinco anos termina a 31 de Dezembro, expressou o seu compromisso pessoal de continuar a apoiar os esforços do continente. "Já não serei o Secretário-Geral das Nações Unidas, mas, enquanto tiver forças, continuarei a trabalhar convosco para conseguir tais objectivos."


Em declarações à imprensa, após a reunião com os Presidentes do Burquina-Faso, Gana, Níger, Nigéria e com o Presidente da Comissão da União Africana, o Secretário-Geral disse que tinham discutido a situação na Costa do Marfim com o Presidente deste país, Laurent Gbagbo.


"Este encontro faz parte de uma série de reuniões que têm sido realizadas para garantir, de acordo com o compromisso assumido, o cumprimento dos prazos que foram estabelecidos para as eleições na Costa do Marfim", disse Kofi Annan, que acrescentou a que as consultas continuariam a 5 de Julho.


Estão agendadas eleições para o fim de Outubro na Costa do Marfim. Forças de manutenção de paz francesas e da ONU estão estacionadas no terreno, numa zona neutral que separa a região sul, controlada pelas forças governamentais, da região norte, controlada pelos rebeldes.



(Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 1/07/2006)



70º Aniversário da Organização das Nações Unidas

UN70 Logo Portuguese vertical 250px

UNEARTH banner 240x159
Exposição em Lisboa -
4 a 27 de Setembro 2015

Logo only Time for global action banner 253x95 Portuguese

Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária

O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.