Quinta, 02 Outubro 2014
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Ban ki-moon: O passado trágico da bomba atómica de Hiroshima deve inspirar um futuro livre de armas nucleares

08-06-2014Hiroshima MemorialRelembrando todos os que morreram nos bombardeamentos sobre Hiroshima e mais tarde em Nagasaki, hà 69 anos atrás, o Secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon disse hoje que as memórias horrendas da tragédia em questão deviam inspirar as novas gerações a trabalharem para um mundo livre de armas nucleares.

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Dezenas de milhares de sírios cercados recebem assistência alimentar pela primeira vez, afirma a ONU

04-08-2014Syria RationsMais pessoas cercadas pelo conflito e localizadas em áreas de dificil acesso na Síria, estão a receber alimentos devido a uma resolução do Conselho de Segurança que permite a travessia de camiões de assistência humanitária nas fronteiras e linhas do conflito, confirmou hoje a agência de emergência alimentar das Nações Unidas.

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Médicos, enfermeiras e funcionários de saúde necessários para combater urgentemente o vírus da ébola, afirma a Agência de Saúde da ONU

imagem para o site 05.08.14A Agência das Nações Unidas para a Saúde  apelou hoje a contribuições urgentes para o combate à doença mortífera da ébola na África Ocidental, afirmando que milhares de médicos, enfermeiras, funcionários de saúde e materiais são necessários na região "o mais rápido possível".

O porta-voz da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gregory Hartl afirmou que é uma questão de colocar em prática as respostas de emergência acordadas pelo chefe da agência da ONU para a saúde e pelos presidentes dos três países afetados da África Ocidental - Guiné, Libéria, e Serra Leoa- numa reunião que durou mais de cinco horas na passada sexta-feira.

Gregory Hartl afirmou  que a diretora da OMS, Margaret Chan e os três lideres africanos que acordaram um plano de resposta ao vírus da ébola baseado em três aneis cocêntricos nas áreas mais afetadas ao longo das suas fronteiras comuns, tal como Kenema, Lofa e Kailahun. 

"Eles pretendem instaurar medidas de emergência de forma a encorajar as pessoas a permaneceram nessas áreas e não saírem de modo a que a doença não se propague para outras áreas", afirmou Gregory Harlt à rádio ONU e para tal, vão aumentar o fornecimento de alimentos e de outros bens na área, de forma a manter as pessoas na zona.

 Gregory Harlt afirmou que é por essa razão que a OMS e os três países lançaram um apelo para um plano de resposta de 100 milhões de dólares.

"Nós precisamos de muitas mais contribuições da comunidade Internacional, dos governos, das ONGs, das instituições académicas, de quem nos possa disponibilizar médicos, enfermeiros, funcionários de saúde, e outros funcionários públicos de saúde", afirmou o  porta-voz da OMS.

"Precisamos de materiais. De dinheiro,  não só urgentemente mas em grandes quantias ", afirmou. "Estamos à procura de centenas de funcionários internacionais que queremos colocar em missão o mais depressa possível".

Margaret Chan deu uma visão negra do surto de ébola, na sua conversa com os  lideres africanos da África Ocidental na passada sexta-feira, afirmando que estes estão a confrontar-se com "um inesperado surto" da doença mortífera, por sua vez acompanhada por "inesperados desafios" sendo que o surto se espalhou mais rapidamente do que os esforços para o conter.

Também afirmou aos presidentes dos países afectados pelo surto mais letal do vírus que "quando for bem gerido o vírus da ébola pode ser travado". 

A diretora da OMS também anunciou que nos dias 6 e 7 de Agosto, a OMS vai convocar uma reunião do Comité de Emergência com o objetivo de determinar se o presente surto de ébola na África Ocidental constitui “uma emergência para a saúde pública de importância internacional”(PHEIC) e se se confirmar, recomendar medidas apropriadas temporárias para a reduzir a propagação internacional.

De acordo com a OMS, a ébola, anteriormente conhecida como febre hemorrágica da ébola, afeta os primatas humanos e não humanos (macacos, gorilas, e chimpanzés). A origem do vírus  é desconhecida, mas os morcegos frugívoros são considerados o seu maior hospedeiro.

"Uma vez que alguém entre em contacto com um animal que tenha ébola, o vírus pode  tornar-se contagioso dentro da comunidade, passando de humanos para humanos. A infecção ocorre através do contato direto (através de feridas abertas ou mucosas) do sangue, ou outros fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva e sémen) de pessoas infectadas", afirmou a organização.

 O súbito aparecimento de febre, fraqueza e dores musculares, dores de cabeça e dores de garganta são sinais e sintomas típicos. Seguindo-se de vómitos, diarreia, erupção da pele, insuficiência renal, e em alguns casos hemorragias internas e externas.

A OMS afirma que o período de incubação, ou o intervalo de tempo da infecção ate ao aparecimento dos sintomas é de 2 a 21 dias. Os doentes tornam-se contagiosos uma vez que foram infetados. No entanto, não são contagiosos durante o período de incubação.  

05 de Agosto de 2014, Centro de Notícias da ONU/ traduzido e editado por UNRIC.

Ban condena o recente aumento de incidentes anti-semitistas desde o início do conflito em Gaza

560945-genericbanO Secretário-Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon condenou o recente surgimento de ataques anti-semitistas, particularmente na Europa, estando ligados com os protestos relacionados com a escalada de violência em Gaza.

 “O Secretário-Geral sublinha que o conflito no Médio Oriente não deve constituir um pretexto para um preconceito que possa afetar a paz social e harmonia em qualquer lado”, afirmou num discurso o porta voz de Ban Ki-moon ontém em Nova Iorque.

De acordo com reportagens dos media, desde o início do conflito de Gaza há quase um mês atrás, demonstrações contra a violência em vários países Europeus e outros deram origem a ataques anti semitista, discurso de ódio e em alguns casos até violência.

 “Ban Ki-moon acredita firmemente que o conflito deverá ser resolvido por um cessar imediato da violência e através de negociações”, afirmou o porta voz do Secretário Geral.

Nova Iorque, 4 de agosto de 2014, Centro de Notícias da ONU/ Traduzido e Editado por UNRIC

Em conferência apoiada pela ONU, países em desenvolvimento pedem parcerias fortes e compromissos

01.08.14Na sessão de encerramento de uma conferência em Cotono, em Benin, ministros, altos funcionários dos governos e representantes das Nações Unidas apelaram aos países doadores para respeitarem os seus compromissos e irem mais além, repartindo pelo menos 50 por cento da sua ajuda pública ao desenvolvimento (APD) e "ajuda ao comércio", para os países menos desenvolvidos.

"Muitos países menos desenvolvidos, apesar de serem ricos em recursos humanos e naturais, ficaram presos num baixo nível de equilíbrio", afirmou o Alto Representante das Nações Unidas para os Países Menos Desenvolvidos, Países em Desenvolvimento sem Costa Marítima e pequenos Estados Ilha.

No comunicado de imprensa para o seu gabinete, Gyan Chandra Acharya acrescentou que reforçar as capacidades produtivas, melhorar as infra-estruturas, e inclusive a promoção do crescimento são essenciais para a erradicação da pobreza e garantia de um futuro prospero para os países mais  vulneráveis a nível mundial.  

Ao longo dos quatro dias de conferência, os delegados demonstraram preocupações peo decréscimo da APD aos países menos desenvolvidos. Também discutiram propostas para os países pobres ultrapassarem as suas dificuldades estruturais, especialmente na agenda de desenvolvimento da ONU do pós 2015. Houve um consenso de que quanto maior for o nível de ajuda pública ao desenvolvimento global, melhor acesso aos mercados e investimento, melhor será a produção de bens e serviços tal como o comércio.

"Isto também vai ajudá-los a tornarem-se mais resiliente”.  Enquanto nos preparamos para embarcar na nova agenda de desenvolvimento do pós 2015, ouvimos uma clara chamada de atenção por parte de todos participantes para nos focarmos nos problemas dos países menos desenvolvidos ", afirmou Gyan Acharya. 

"Os participantes também apelaram a uma melhor utilização das novas tecnologias de forma a contribuir para o avanço de alguns estágios de desenvolvimento, incluindo o planeamento de um "banco tecnológico" com centros regionais.  

Também destacaram os princípios de partilha de responsabilidades e da necessidade de melhorar a colaboração entre governos, sector privado e da sociedade civil.

A conferência também viu o lançamento da plataforma de bens globais Sul-Sul e de intercâmbio tecnológico, assim como a Década da ONU da Energia Sustentável Para Todos. A última proporcionará a oportunidade aos países em desenvolvimento de procurarem novos parceiros no sector da energiade forma a melhorarem as suas habilidades comerciais e na produção de bens, afirmou.

Os  países menos desenvolvidos representam o segmento mais pobre e fraco da Comunidade Internacional, sendo no total 48 países. Em 2011 a Conferência dos Países Menos Desenvolvidos e dos seus parceiros adotou O Programa de Ação de Instambul que delineou uma agenda ambiciosa que permitirá metade dos PEDs sairem da categoria de menos desenvolvidos até 2020.

24 de Junho de 2014, Centro de notícias da ONU/Traduzido e editado por UNRIC.

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Façamos um mundo melhor

Vamos fazer do mundo um lugar melhor 

Vídeo apresentado no contexto da Cúpula do #Clima das Nações Unidas.

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.