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02 Novembro 2017 -

Alerta ONU: 930 jornalistas assassinados nos últimos 11 anos

Journalists

Hoje assinala-se o Dia Internacional para acabar com a impunidade por crimes contra jornalistas e que pretende despertar as consciências sobre a impunidade aos ataques e crimes contra Jornalistas em todo o mundo.

Segundo a UNESCO, em 2017, 90% dos casos relativos ao assassinato de jornalistas permanecem impunes. O número representa uma ligeira melhoria em relação ao ano passado, quando as respostas dos países aos inquéritos escritos da UNESCO indicavam que apenas 8% desses casos acabaram com uma condenação. "A justiça é a pedra angular de uma sociedade livre, dissuade os que ameaçam a liberdade de expressão e encoraja aqueles que a defendem ", afirma a Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova. "É por isso que a injustiça contra jornalistas é tão onerosa para todas as sociedades". Entre 2006 e 2016, a UNESCO condenou o assassinato de 930 jornalistas. Destes, 102 jornalistas foram mortos apenas em 2016, de acordo com os últimos números da UNESCO. A maioria dos jornalistas que morreram em 2016 (94%) eram jornalistas locais. Metade dos assassinatos (50%) ocorreu em países onde não houve conflito armado, contra 47% em 2015. A proporção de mulheres jornalistas mortas aumentou de 5%, em 2006, para 10% em 2016. As mulheres também continuam a enfrentar ameaças específicas, incluindo o assédio on-line. Em 2017, como parte dos seus esforços para monitorizar a segurança dos jornalistas e a questão da impunidade, a UNESCO convidou os 62 Estados-Membros onde os casos não foram resolvidos para fornecer informações sobre o estado das investigações judiciais. Destes, 46 responderam (74%), com 41 a fornecerem informações específicas sobre o estado das investigações judiciais sobre o assassinato de trabalhadores dos meios de comunicação social.

Por ocasião do Dia, em 2 de novembro, a UNESCO e os seus parceiros lançarão uma campanha global em associação com órgãos de comunicação social de todo o mundo e uma campanha digitall #MyFightAgainstImpunity. Saiba mais aqui.

Violência jornalistas

 
01 Novembro 2017 -

A ONU está à procura de jovens que querem fazer a diferença!

 SDG's

A Enviada do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Juventude lançou o desafio e o prazo para apresentar candidaturas está quase a terminar para fazer parte da próxima equipa de Jovens Líderes para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O Mundo conta agora com a maior geração jovem de sempre. Metade da população mundial tem menos de 30 anos e as suas ideias e talentos são fundamentais para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030.

É por isso que as Nações Unidas tem esta missão de descobrir os 17 líderes globais que são pioneiros, inovadores e que querem fazer a diferença!

 

Os Jovens líderes para os ODS’s são 17 cidadãos globais de diferentes origens, que representam todas as regiões do mundo e que são reconhecidos pela sua liderança excecional nos seus esforços para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Acredita que pode ser o próximo Jovem Líder para os ODS’s?

Concorra até dia 3 de Novembro: Candidaturas abertas

Saiba mais sobre esta iniciativa aqui: sdgyoungleaders.org

30 Outubro 2017 -

Organização Mundial de Meteorologia: Há um novo recorde no nível de dióxido de carbono na atmosfera

Com ONU News em Português

Aumento é de 50% em relação à década passada; OMM defende que este agravamento pode desencadear mudanças sem precedentes nos sistemas climáticos.

Alterações climáticas

Foto: ONU/Rick Bajornas

 

As concentrações de dióxido, CO2, na atmosfera passaram de 400 partes por milhão, p/pm, em 2015, para um novo recorde de 403,3 p/pm em 2016.

O Boletim sobre os Gases de Efeito Estufa da Organização Mundial de Meteorologia, OMM, constata que o aumento verificado no ano passado é 50% superior à média da última década, um agravamento que se deve à combinação de ações humanas e do fenómeno climático do El Niño que fez subir os níveis de CO2 para um um nível inédito em 800 mil anos.

O Boletim da OMM revela ainda que o  teor pré-industrial de CO2 na atmosfera, que se manteve em 280 p/pm antes de 1750, aumentou agora para uma média global de 403.3 ppm registado em 2013. O relatório defende que a subida rápida dos níveis atmosféricos, tanto do gás carbónico como de outros gases com efeito de estufa, têm o potencial de iniciar mudanças sem precedentes nos sistemas climáticos. Essas alterações podem levar a "graves perturbações ecológicas e económicas".- alerta a Organização.

A OMM defende ainda que, ao longo dos últimos 70 anos, o aumento do CO2 na atmosfera foi quase 100 vezes maior do que no final da última era glacial.

O estudo refere também que 60% do gás é emitido para a atmosfera a partir de fontes naturais e o restante da ação do homem que acontece em várias áreas – oceanos, solo, queima de biomassa, uso de fertilizantes e vários processos industriais.

26 Outubro 2017 -

Guterres: "Há uma oportunidade de construir uma nova República Centro-Africana"

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Guterres esteve com desalojados na cidade de Bangassou. UN Photo/Eskinder Debebe

Com ONU News

António Guterres acredita que divisões religiosas são resultado de manipulações políticas e quer que Conselho de Segurança apoie reforço da operação de paz e das Forças Armadas centro-africanas.

O Secretário-geral das Nações Unidas marcou o segundo dia da visita à República Centro-Africana destacando que a sua presença no país mostra solidariedade ativa.

Esta quarta-feira, o chefe da ONU participou numa reunião com o presidente Faustine Touadéra, em Bangui, onde reafirmou a "profunda" cooperação com o povo centro-africano pelos "sofrimentos, problemas e dificuldades".

A mensagem central desta visita passa pela "necessidade de um compromisso da comunidade internacional não apenas para reduzir esse sofrimento e problemas," mas também porque para António Guterres "há uma oportunidade de construir uma nova República Centro-Africana em paz, segurança e prosperidade para o seu povo". Guterres citou o atual diálogo político que envolve movimentos armados para garantir um futuro de paz no país.

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UN Photo/Eskinder Debebe

Na sua visita de solidariedade, Guterres esteve com desalojados na cidade de Bangassou onde apelou ao diálogo entre os diferentes grupos religiosos: "cristãos e muçulmanos sofreram o suficiente e que os líderes religiosos devem ser apóstolos pela paz".

Para o secretário-geral, as atuais divisões religiosas "não são tão profundas e nunca existiram, sendo "apenas o resultado de manipulações políticas que devem ser condenadas e evitadas a todo custo".

Guterres elogiou o presidente centro-africano pelo seu forte apelo à unidade e pela reconciliação do povo. O apelo aos líderes religiosos e comunitários é que "elevem a voz no sentido de uma reconciliação efetiva".

Na terça-feira, o chefe da ONU prestou tributo aos militares internacionais pelo seu sacrifício em busca da paz numa cerimónia e em visitas a soldados internados. Pelo menos 12 boinas-azuis perderam a vida em situações hostis ocorridas este ano na nação africana.

Guterres disse ainda que é preciso "um reforço do tamanho e da capacidade da Missão das Nações Unidas na República Centro-Africana, Minusca, para proteger melhor o povo".

O representante defendeu ainda que devem ser criadas condições para que as Forças Armadas centro-africanas comecem a desempenhar um papel efetivo na proteção e na segurança do seu país.

O outro pedido Secretário-Geral da ONU é que "tudo seja feito para ajudar o país a adotar uma perspetiva de desenvolvimento, para que as pessoas possam sentir que a paz traz elementos positivos" na vida nacional e nas suas diferentes regiões.

Guterres apelou à solidariedade ativa a comunidade internacional para que esta ajude as Nações Unidas no reforço da Missão InterdicMINUSCA, em particular através de uma decisão do Conselho de Segurança para apoiar as Forças Armadas centro-africanas.

António Guterres presta homenagem aos soldados da paz na RCA: “Tenho orgulho de ser vosso colega”

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O Secretário-Geral da ONU é cumprimentado pela multidão que o esperava à chegada, em Bangui, para uma visita de solidariedade para com a população da República Centro-Africana e para com os soldados da paz da ONU ao serviço da Missão das Nações Unidas naquele país. 

"A ONU irá sempre homenagear o sacrifício que os soldados da paz assumem na sua vida para proteger civis em todo o mundo.” O tributo foi prestado por António Guterres aos capacetes azuis em missão na República Centro-Africana, esta terça-feira, durante o inicio da sua visita aquele país.

O Secretário-Geral aterrou na capital da RCA, Bangui, e visitou a base da Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas para assinalar o Dia das Nações Unidas, com os funcionários da ONU.Foi também um dia de reflexão sobre o sacrifício de dezenas de soldados da paz que. nas últimas décadas, perderam a vida em missões de paz.

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António Guterres depositou uma coroa de flores pelos soldados da paz que perderam a vida afirmando que as Nações Unidas deve certificar-se de que o mundo “valorize em pleno estas contribuições heróicas” para a proteção de civis, muitas vezes em circunstâncias extremamente difíceis.”

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O Secretário-Geral lembrou ainda que frequetemente a ONU teve que manter a paz "quando às vezes a paz é evasiva", o que significava fazer o último sacrifício para proteger os civis que vêm a bandeira da ONU como símbolo da sobrevivência e de bem-estar.

“Tenho muito orgulho de ser vosso colega”" disse o Secretário-Geal da ONU aos funcionários da UN na República Centro-Africana, acrescentando que “estamos aqui para servir as pessoas e sacrificar-nos, se necessário for, por aqueles com que nos preocupamos.O vosso exemplo será sempre recordado.”

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Mensagem de Ano Novo do Secretário Geral

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