Terça, 21 Novembro 2017
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António Guterres presta homenagem aos soldados da paz na RCA: “Tenho orgulho de ser vosso colega”

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O Secretário-Geral da ONU é cumprimentado pela multidão que o esperava à chegada, em Bangui, para uma visita de solidariedade para com a população da República Centro-Africana e para com os soldados da paz da ONU ao serviço da Missão das Nações Unidas naquele país. 

"A ONU irá sempre homenagear o sacrifício que os soldados da paz assumem na sua vida para proteger civis em todo o mundo.” O tributo foi prestado por António Guterres aos capacetes azuis em missão na República Centro-Africana, esta terça-feira, durante o inicio da sua visita aquele país.

O Secretário-Geral aterrou na capital da RCA, Bangui, e visitou a base da Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas para assinalar o Dia das Nações Unidas, com os funcionários da ONU.Foi também um dia de reflexão sobre o sacrifício de dezenas de soldados da paz que. nas últimas décadas, perderam a vida em missões de paz.

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António Guterres depositou uma coroa de flores pelos soldados da paz que perderam a vida afirmando que as Nações Unidas deve certificar-se de que o mundo “valorize em pleno estas contribuições heróicas” para a proteção de civis, muitas vezes em circunstâncias extremamente difíceis.”

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O Secretário-Geral lembrou ainda que frequetemente a ONU teve que manter a paz "quando às vezes a paz é evasiva", o que significava fazer o último sacrifício para proteger os civis que vêm a bandeira da ONU como símbolo da sobrevivência e de bem-estar.

“Tenho muito orgulho de ser vosso colega”" disse o Secretário-Geal da ONU aos funcionários da UN na República Centro-Africana, acrescentando que “estamos aqui para servir as pessoas e sacrificar-nos, se necessário for, por aqueles com que nos preocupamos.O vosso exemplo será sempre recordado.”

24 Outubro 2017 -

Dia das Nações Unidas: Secretário-Geral visita República Centro-Africana

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Viagem começa no Dia da ONU para homenagear soldados de paz de todo o mundo; António Guterres espera mais consciência da fragilidade no país africano em busca da estabilização.

Foto: ONU/Rick Bajornas

Com ONU News

O Secretário-Geral passa o Dia das Nações Unidas na República Centro-Africana.

António Guterres reúne-se com representantes do Governo, da sociedade civil, dos partidos políticos e do corpo diplomático além de discursar na Assembleia Nacional.

Em declarações à ONU News, de Bangui, o porta-voz da Missão das Nações Unidas na República Centro-Africana, Vladimir Monteiro, explica que a deslocação do chefe da organização vai projetar a imagem do país que tenta ultrapassar o conflito.

Antes da viagem, o Secretário-Geral declarou que a situação centro-africana continua muito preocupante e que a sua visita pretende chamar atenção para a fragilidade que, muitas vezes, está longe das atenções dos meios de comunicação.

Até sexta-feira, a visita de Guterres ao território centro-africano também terá como propósito homenagear os soldados de paz. Um deles é o português André Gomes.

Segundo as Nações Unidas, 12 militares da organização morreram em "atos hostis" ocorridos apenas este ano na República Centro-Africana.

Para Guterres, as operações de paz estão entre as ferramentas mais eficazes da comunidade internacional para enfrentar os desafios globais de paz e segurança que já vitimou, só este ano, 67 soldados de paz.

Antes de sair de Nova Iorque, Guterres também lembrou que há cinco anos, havia "atrocidades em massa" na República Centro-Africana e as forças de paz da ONU ajudaram a evitar o pior.

Na República Centro-Africana ainda ocorrem tensões intercomunitárias e atos de violência que agravam a situação humanitária. Mais de 600 mil pessoas estão deslocadas e meio milhão estão refugiados em países vizinhos.

20 Outubro 2017 -

24 de outubro é o Dia das Nações Unidas: 72 anos de desafios e conquistas

UN Photo Anirversario

É já na próxima terça-feira, dia 24 de outubro, que se celebra o Dia das Nações Unidas, dia que marca o 72º aniversário da organização internacional. Há 72 anos, após uma guerra que deixou várias nações em ruínas, o mundo queria paz. Foi em São Francisco, em 1945, que vários líderes mundiais se juntaram para pôr fim a este período negro da história e desenvolver um mecanismo que acabasse com o flagelo da guerra, um fórum que permitisse às nações trabalhar em conjunto por um mundo pacífico. E assim surgiu a Organização das Nações Unidas, oficialmente estabelecida a 24 de outubro de 1945 pela entrada em vigor da Carta das Nações Unidas.

72 anos depois, a ONU mantém-se essencial na manutenção da paz e da segurança. Em virtude dos poderes conferidos pela Carta e do seu carácter internacional único, a organização tem a capacidade de intervir nos desafios que confrontam a humanidade no século 21, tal como o desenvolvimento sustentável, direitos humanos, desarmamento, alterações climáticas, igualdade de género, entre outros. Ao proporcionar diferentes fóruns para os membros discutirem variados assuntos e opiniões, a ONU tornou-se também num mecanismo essencial para o diálogo e acordo entre governos.

A poucos dias do aniversário da ONU, o  Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, lembra que “Os problemas do mundo transcendem fronteiras.E temos que transcender as nossas diferenças para transformar o nosso futuro.”

Apesar dos desafios que prevalecem, foram várias e imprescindíveis as conquistas alcançadas pela Organização das Nações Unidas nos últimos 72 anos. Desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada em 1948, à primeira Conferência Mundial da Mulher em 1975, e à criação de vários tribunais internacionais, a organização tem se provado central na preservação do direito internacional, na proteção dos direitos humanos e na promoção da democracia. A ONU conta hoje com mais de duas dezenas de fundos, programas e conferências especializados em diferentes áreas do desenvolvimento e da ajuda humanitária, essenciais na luta contra a erradicação da pobreza, da exclusão e das desigualdades.

A adoção do Acordo de Paris em 2015, é o mais atual exemplo dos triunfos da ONU: após semanas de negociações incansáveis foi adotado, pela primeira vez, um acordo mundial para a redução de emissões e para a ação climática conjunta. Perto de 200 países comprometeram-se a assegurar um futuro sustentável para as gerações futuras e a colaborar de maneira a alcançar este objetivo.

 A ONU está a ajudar a construir o mundo melhor que os seus fundadores ambicionavam há 72 anos. Hoje, 193 estados membros trabalham lado a lado de maneira a não deixar ninguém para trás, nomeadamente na implementação da Agenda 2030 e dos respetivos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável. Em tempos de grandes desafios, é essencial lembrar a importância da Organização das Nações Unidas e reforçar o compromisso para fazer da visão dos seus fundadores uma realidade. 

20 Outubro 2017 -

Guterres e Trump debatem temas globais e reforma das Nações Unidas

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O Secretário-Geral, António Guterres, com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Foto cortesia: US Mission to the UN.

 Com ONU News Português

 

A reforma da ONU e vários temas globais foram o foco de um encontro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o secretário-geral da ONU, António Guterres.

O chefe das Nações Unidas foi recebido no Salão Oval da Casa Branca na sexta-feira.

O porta-voz de António Guterres informou  que os dois líderes debateram efciência e reforma, assim como tópicos de preocupação comum incluindo a situação no Myanmar, as tensões na Península Coreana e a questão do Oriente Médio, além do combate ao terrorismo global.

Guterres e Trump comprometeram-se a cooperar para responder a estes e outros desafios comuns nos próximos meses.

Os dois líderes encontraram-se no mês passado, quando o presidente dos Estados Unidos participou nos debates da Assembleia Geral, pela primeira vez desde que assumiu o cargo em janeiro.

No fim da visita desta sexta-feira, o presidente Trump comentou numa rede social que se sentia honrado em receber Guterres e que, em nome dos Estados Unidos, apreciava o trabalho do  líder da ONU.

18 Outubro 2017 -

Semana de África: Guterres defende o apoio a uma África integrada, próspera, pacífica e centrada nas pessoas

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Secretário-geral da ONU, António Guterres, discursa na abertura da Semana da África 2017.

Foto: ONU/Cia Pak

Com a ONU News Português

Já começou na sede da ONU, em Nova Iorque, a Semana da África 2017. O tema este ano é: “Apoiar uma África integrada, próspera, pacífica e centrada nas pessoas: na direção da implementação da Agenda 2063 e da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sutentável”. 

Na abertura do encontro de alto nível, o Secretário-Geral da ONU destacou os avanços alcançados no continente nos últimos anos como a redução da pobreza, a diversificação da economia e em áreas como educação e saúde.

Segundo António Guterres, para que a população de África possa beneficiar plenamente dessas ações, as Agendas 2030 e 2063 devem estar "estrategicamente alinhadas".  O primeiro plano de ação prevê objetivos de desenvolvimento sustentável para o mundo e o segundo para o continente africano.

O Secretário-Geral lembrou que há alguns meses a ONU e a União Africana realizaram sua primeira conferência anual onde foi assinada uma nova plataforma para reforçar a parceria entre as duas organizações na área de paz e segurança. Esta plataforma fornece uma base para cooperação, prevenção, alerta precoce, mediação e gestão de conflito. Guterres lembrou ainda  o trabalho conjunto que tem sido desenvolvido pelas duas entidades na manutenção da paz, na segurança e na abordagem às alterações climáticas em conformidade com o Acordo de Paris.

Os eventos desta Semana de África representam uma oportunidade para uma discussão ampla sobre todas as questões relacionadas ao tema, especialmente o financiamento necessário para cumprir todas as metas. Veja aqui a África que queremos em 2063.

Lançada em 2010, a iniciativa discute diversas prioridades de desenvolvimento do continente, cobrindo áreas como paz, segurança, governança, direitos humanos e desenvolvimento socioeconómico e ambiental.

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António Guterres visita Dominica após passagem de furacão

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