Domingo, 26 Junho 2016
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"ONU: muitos anos de vida" revela melhores mensagens de "Um postal para a ONU"

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Os resultados da iniciativa "Um postal para a ONU" foram, hoje, publicados pelo jornal Público, que em conjunto com os CTT, aceitou o convite da secção de Portugal do Centro de Informação Regional das Nações Unidas para a Europa Ocidental para celebrar o 70º aniversário da Organização das Nações Unidas, a 24 de outubro.

Veja aqui o especial:

"ONU: muitos anos de vida"

"Cidadania activa é fundamental para ajudar a ONU a mudar o mundo"

Foram publicadas 50 das mais de 500 mensagens livres recebidas (e desenhos!) e feita a análise da ordenação, segundo o grau de importância atribuído, das áreas prioritárias de ação da ONU.

Uma mensagem do Secretário-geral sobre a necessidade de cidadania ativa completa as duas páginas publicadas num dia histórico para a ONU, em que chefes de Estado e de Governo assinam o Acordo de Paris, fundamental para a sustentabilidade do planeta.

"Os postais enviados são exemplo claro de como pessoas dos 9 aos 90 anos, de inúmeras áreas profissionais, ou que já se reformaram da vida activa, estão interessadas em contribuir para melhorar a vida dos povos e preservar o planeta, e fizeram-no participando nesta iniciativa", diz a mensagem.

"O combate às alterações climáticas, a promoção de desenvolvimento sustentável e a prevenção de conflitos estão interligados e necessitam de acção política concertada e de cidadania activa. As mensagens nos postais enviados à ONU revelam que os cidadãos portugueses estão atentos a estes problemas, pelo que renovo o meu agradecimento pelo espírito crítico e a criatividade que puseram nesta iniciativa, que ajudarão a nortear a minha acção nos seis meses que faltam até ao próximo aniversário!", concluiu Ban Ki-moon.

ONU em Portugal

Em Portugal, que é membro da ONU desde 14 de dezembro de 1955, existem representações de várias agências e comités: FAO, GCNP, OIT, OIM, UNICRI, UNESCO, UNICEF e UN-EGOV.

O Conselho Português para os Refugiados é o representante do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados e existe, ainda, uma secção de Portugal no Centro de Informação Regional das Nações Unidas para a Europa Ocidental, sedeado em Bruxelas, com a missão de disseminar a informação ao público.

22 de abril de 2016, Editado por UNRIC

Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas visa estabilidade ambiental no longo prazo

CeremoniaFirmaCop21“Congratulo-me com o facto de mais de 160 países terem declarado que vão assinar o Acordo de Paris, mas corrremos o risco real de sermos ultrapassados pelo rápido ritmo do aquecimento global se os signatários não ampliarem, significativamente, o seu nível de ambição para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa”, disse Robert Glasser, Representante Especial da ONU para a Redução do Risco de Desastres a propósito da assinatura do Acordo de Paris, hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque.

“É sabido que o clima está na base de 90% dos maiores desastres naturais. Secas, inundações, tempestades e ondas de calor têm potencial para minar os esforços de inúmeros Estados para promover o desenvolvimento e erradicar a pobreza. As alterações climáticas estão a somar-se aos níveis pré-existentes de risco alimentados por exposição e vulnerabilidade sócio-económica”, acrescentou.

De facto, de modo a manter a atenção global focada nas alterações climáticas, sob o forte impulso gerado pelo Acordo de Paris, os líderes globais participam numa cerimónia de assinatura, acolhida pelo Secretário-geral, Ban Ki-moon.

O Acordo de Paris foi adotado pelas 196 partes da Convenção-Quadro da ONU sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC) na Conferência da ONU sobre as Alterações Climáticas, a 12 de dezembro de 2015, em Paris. No acordo, todos os países concordaram em trabalhar para limitar o aumento da temperatura global bem abaixo dos 2º C, esforçando-se para que se limite a 1,5º C.

Até ao momento, a última declaração indica que mais de 165 países  irão assinar o histórico acordo, ultrapassando o anterior recorde do maior número de países a assinarem um acordo internacional num único dia. O recorde anterior foi atingido em 1982, quando 119 países assinaram a Convenção da ONU sobe a Lei do Mar.

 

O poder de transformar o mundo

O evento coincide com o Dia Internacional da Mãe Terra e, na sua mensagem para este dia, Ban Ki-moon disse que o Acordo de Paris, em conjunto com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, detém o poder de transformar o mundo.

Todos os representantes das maiores economias do mundo e os maiores emissores de gases com efeito de estufa indicaram que vão assinar o acordo. A assinatura é o primeiro passo para assegurar que este entra em vigor tão rápido quanto possível. Após a assinatura, os países devem dar o passo nacional (ou interno) de aceitação ou ratificação do acordo.

“O impulso dado pela concretização de tantas assinaturas num único dia envia um claro sinal de solidariedade e resolução. Agora, temos de libertar toda a força do engenho humano e garantir o crescimento com baixas emissões de gases poluentes e melhorar a resiliência ao clima”, observou o chefe da ONU, na mensagem do Dia da Mãe Terra.

“A liderança proveniente do topo é crucial. Mas todos temos um papel a desempenhar. Podemos optar por sistemas de eficiência energética, parar de desperdiçar comida, reduzir a pegada de carbono e aumentar os investimentos sustentáveis. Pequenas ações, multiplicadas por mil milhões, incentivam uma mudança dramática, reforçando o Acordo de Paris e colocando-nos numa trajetória para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, acrescentou Ban Ki-moon.

O acordo entrará em vigor 30 dias após pelo menos 55 países, contabilizando pelo menos 55% das emissões globais dos gases efeito de estufa, depositarem os seus instrumentos de ratificação ou aceitação junto do Secretário-geral.

Espera-se que 13 países, maioria dos quais pequenos Estados insulares em desenvolvimento, depositem os seus instrumentos de ratificação, imediatamente, após a assinatura do acordo, esta sexta-feira.

Paris Agreement Signature PNG

A cerimónia e os debates

Os eventos de hoje começam com uma cerimónia de abertura às 8h30 (13h30 em Lisboa), que irá incluir música dos estudantes da Julliard School de Nova Iorque e um pequeno vídeo que irá trazer o "momento martelo" de Paris para a cerimónia de assinatura.

Segue-se a cerimónia de assinatura, que é uma formalidade legal na qual apenas os chefes de Estado ou de governo, ministros dos Negócios Estrangeiros ou outros responsáveis com “poderes formais” dos seus governos podem assinar o acordo.

Da parte da tarde, tem lugar um Evento de Alto Nível sobre a Implementação, que irá destacar o modo como todos os atores da sociedade e da economia podem acelerar a ação, aprender com outros exemplos e replicar e aumentar as iniciativas e atividades de sucesso que vão ser levadas a cabo na implementação do Acordo de Paris e da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A sessão será moderada por Christiana Figueres, secretária-executiva da UNFCCC e a ministra do Ambiente de França, Ségolène Royal, figuras centrais da COP 21. A sessão contará com uma ligação à  aeronave Solar Impulse que está a tentar ser a primeira companhia aérea a circunavegar o mundo usando apenas energia renovável.

Em conferência de imprensa, David Nabarro, Conselheiro Especial do Secretário-geral sobre a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e as Alterações Climáticas, disse aos repórteres que a assinatura do Acordo de Paris é crucial na medida em que alcançar o progresso em relação às alterações climáticas é central para o esforço alargado de atingir os ODS.

“A maioria das pessoas que olha para a situação global diz que se não tivermos sucesso em limitar o aumento da temperatura global abaixo dos 2ºC, será extremamente difícil concretizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Implementar o Acordo de Paris é importante para promover a prosperidade, melhorar o bem-estar das pessoas e proteger o ambiente”, concluiu.

 

22 de abril de 2016, Centro de Notícias da ONU/Traduzido & Editado por UNRIC

Mensagem do Secretário-geral da ONU para o Dia Internacional da Mãe Terra, 22 de abril de 2016

FOTO:Romy HoogenboomO Dia Internacional da Mãe Terra é uma oportunidade para sublinhar a interdependência entre as pessoas e a imensa variedade de espécies com as quais partilhamos este planeta. A observância deste ano traz a esperança de um futuro melhor para todos.

Neste dia, os representantes de mais de 170 países reúnem-se na sede da ONU, em Nova Iorque, para assinarem o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas. Este pacto marcante, em conjunto com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, tem o poder de transformar o nosso mundo. O impulso alcançado pela concretização de tantas assinaturas num único dia envia um claro sinal de solidariedade e resolução. Agora, temos de libertar toda a força do engenho humano e garantir o crescimento com baixas emissões de gases poluentes e melhorar a resiliência ao clima.

A liderança proveniente do topo é crucial. Mas todos temos um papel a desempenhar. Podemos optar por sistemas de eficiência energética, parar de desperdiçar comida, reduzir a pegada de carbono e aumentar os investimentos sustentáveis. Pequenas ações, multiplicadas por mil milhões, incentivam uma mudança dramática, reforçando o Acordo de Paris e colocando-nos numa trajetória para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O tema do Dia da Terra 2016, “Árvores para a Terra”, demonstra-o perfeitamente. Uma árvore por si só não parece muito, mas a Rede Dia da Terra planeia plantar 7,8 mil milhões de árvores, ao longo dos próximos cinco anos – cada uma delas a absorver o CO2 da atmosfera, a armazenar água e a filtrar poluentes para o benefício de toda a humanidade.

Tal como cada árvore desempenha o seu papel na biosfera, também nós, enquanto indivíduos, devemos preocupar-nos com o nosso planeta e com todos os seres vivos que o habitam. Um novo futuro pode ser nosso se  respeitarmos e investirmos na Mãe Terra.

Pacto climático da ONU impulsiona ação sobre as novas metas de sustentabilidade

 ONU/Robert BrockmannNum momento decisivo para a cooperação internacional, os líderes políticos, empresariais e da sociedade civil vão à sede da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, para prometer a rapidez na implementação da nova Agenda 2030 de Desenvolvimento e do histórico Acordo de Paris sobre Alterações Climáticas.

“A partir de uma perspetiva histórica será um dia excecional para as Nações Unidas, disse, recentemente, Selwin Hart, Diretor da Equipa de Apoio ao Secretário-geral da ONU sobre as Alterações Climáticas, referindo-se ao dia 22 de abril, em que são esperados os líderes de mais de 160 países  na sede da ONU para assinar o Acordo de Paris, adotado, no passado mês de dezembro, na Conferência da ONU sobre as Alterações Climáticas (COP21)."

O evento é antecipado, esta quinta-feira, por um Debate Temático de Alto Nível sobre como Alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), um conjunto de 17 objetivos para erradicar a pobreza e combater a desigualdade e as alterações climáticas, ao longo dos próximos 15 anos. Estas são as bases da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotadas pelos estados membros da ONU, em setembro passado.

 

Agenda e Acordo “de maõs dadas”

Em conferência de imprensa, David Nabarro,  Conselheiro Especial do Secretário-geral sobre a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e as Alterações Climáticas, disse aos jornalistas que a assinatura do Acordo de Paris é crucial, na medida em que progredir em relação às alterações climáticas é central para os esforços abrangentes requeridos para alcançar os ODS.

“A maioria das pessoas que olham para a situação global diz que se nós não tivermos sucesso em manter o mundo num aumento abaixo dos 2º C, então será muito difícil concretizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, alertou. “Implementar o Acordo de Paris é importante para promover a prosperidade, melhorar o bem-estar das pessoas e proteger o ambiente”, concluiu.

O principal objetivo do acordo universal é manter o aumento da temperatura global, este século, bem abaixo dos 2º C e levar a cabo esforços para limitar o aumento de temperatura ainda para além dos 1,5º C acima dos níveis pré-industriais.

Foto cortesia da Organização Meteorológica Mundial

Esperado recorde de assinaturas

O acordo irá entrar em vigor 30 dias após, pelo menos, 55 países, contabilizando 55% das emissões globais de gases de efeito estufa, terem depositado os seus instrumentos de ratificação ou aceitação junto do Secretário-geral.

Selwin Hart anunciou que aproximadamente dez países, na sua maioria pequenos Estados insulares, irão assinar e ratificar o documento. No que se refere aos principais emissores de gases efeito de estufa, o funcionário da ONU disse que a China e a Índia pretendem ratificar o documento em 2016, um anúncio feito, recentemente, numa declaração presidencial conjunta.

“Então, [estamos] a ganhar ímpeto para uma entrada em vigor antecipada do Acordo”, sublinhou Selwin Hart, realçando que gerar este impulso é um dos objetivos-chave do chefe da ONU neste evento, seguido da vontade de demonstrar que todos os segmentos e setores da sociedade e a “economia real” estão a mobilizar-se no apoio de uma ambiciosa ação.

Entretanto, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (CQNUAC) – a entidade da ONU que lidera as negociações climáticas – destacou que poderá alcançar-se um número recorde de países na cerimónia de assinatura. “É um momento crítico num esforço global para garantir esperanças duradouras para o desenvolvimento humano seguro e pacífico”, disse Christiana Figueres, a secretária-executiva da CNUAQ.

“Mais carbono na atmosfera equivale a mais pobreza”, referiu, ainda, Christiana Figueres. "Não podemos alcançar o desenvolvimento sustentável sem combater as alterações climáticas e não podemos combater as alterações climáticas sem abordar as causas profundas da pobreza, desigualdade e padrões de desenvolvimento insustentável."

De acordo com os novos registos da ONU, o maior número de países a assinar um acordo internacional, num único dia, foi alcançado em 1982, quando 119 países assinaram a Convenção das Nações Unidas sobre a Lei do Mar. Espera-se que o Acordo de Paris ultrapasse este recorde e assegure, tão rápido quanto possível, que uma transformação global massiva na direção a um futuro sustentável, para todas as pessoas, em todo o lado.

21 de abril de 2016, Centro de Notícias da ONU/Traduzido & Editado por UNRIC

Mesmo com o cessar das hostilidades na Síria, o acesso a cidades sitiadas continua limitado

Com o cessar das hostilidades numa grande parte da Síria, a 27 de fevereiro, a situação é “encorajadora”, mas as áreas sitiadas continuam particularmente vulneráveis, de acordo com um alto funcionário humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Quando as armas são depostas, isso traduz-se, imediatamente, em várias consequências positivas para as pessoas”, disse Yacoub El Hillo, Coordenador Humanitário da ONU para a Síria, em entrevista ao Centro de Informações das Nações Unidas.

“Agora, podem deslocar-se e fazer as suas atividades diárias de uma forma muito mais normal”, notou, apesar da “profunda anormalidade” criada pelos últimos cinco anos de conflito. Quando inquirido sobre as necessidades humanitárias mais urgentes na Síria, respondeu “tudo”.

Cerca de 13, 5 milhões de sírios necessitam de alguma forma de assistência e proteção, de acordo com a Agência da ONU para a Coordenação dos Assuntos Humanitários.

Essa necessidade varia desde a vacinação das crianças até aos cinco anos, ao forncecimento de abrigo, comida e água aos deslocados, passando também por apoiar programas de saúde e educação e criar oportunidades de emprego.

Estas são as coisas “que nos mantêm ocupados todos os dias”, continuou Yacoub El Hillo, realçando que enquanto a Síria estava no caminho para se tornar um país de médio/alto rendimento, mas “hoje, mais 80% da população é pobre, vivendo com menos de dois dólares por dia (…). É por isso que as necessidades são grandes, bem como por causa da capacidade de liderança ter sido altamente comprometida”.

A situação é particularmente má nas zonas sitiadas, muitas das quais permanecem fora do alcance dos trabalhadores humanitários, apesar da cessação das hostilidades.

Estas incluem Madaya, Zabadani, Al Fouaa, Kifraya, no noroeste do país, assim como áreas no oeste, incluindo Deir ez-Zor, que é controlada pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante, conhecido como ISIS ou Daesh.

A 10 de abril, o Programa Alimentar Mundial da ONU confirmou que estava em condições de largar 26 paletes de alimentos por via aérea. O Crescente Vermelho Árabe Sírio pôde recolher, pelo menos, 22 dessas paletes para distribuição às famílias que passavam fome.

“Violações” da cessação das hostilidades e falta de financiamento

El Hillo exortou as partes – governo e oposição – a acabar com o cerco em Deir ez-Zor e noutras zonas da Síria, que classificou como uma violação do Direito Humanitário Internacional.

A atual cessação das hostilidades já leva sete semanas, mas têm ocorrido violações. Apesar de ser um cenário habitual neste tipo de acordo, El Hillo disse estar preocupado com a frequência das violações e o aumento desses incidentes.

“Tudo deve ser feito para assegurar que a cessação das hostilidades se mantém”, disse.

O Coordenador Humanitário da ONU para a Síria disse, ainda, que a comunidade internacional tem que tentar encontrar forma de melhorar a distribuição da ajuda humanitária. Acrescentou que, nos últimos anos, numerosas promessas de ajuda foram anunciadas, mas nenhum desses financiamentos foi além de 50% do prometido.

Abordar as origens do conflito e encontrar  formas mais eficientes de providenciar ajuda estão entre os objetivos da Cimeira Humanitária Mundial, que terá lugar em Istambul (Turquia), a 23 e 24 de maio.

“Espero que os líderes mundiais, na cimeira do próximo mês, procurem, atentamente, uma forma de reformular o sistema de financiamento e o financiamento das respostas humanitárias”, disse El Hillo, “mas também, talvez mais importante, que abordem a causas destas misérias humanas”.

20 de abril de 2016, Centro de Notícias da ONU/Traduzido & Editado por UNRIC

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O Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC), sedeado em Bruxelas, presta informação sobre as actividades da ONU nos países da região, incluindo Portugal. Põe à disposição do público os principais relatórios da ONU, documentos, publicações, fichas informativas, comunicados de imprensa e notícias, em várias línguas, nomeadamente o português.