O Secretário geral da ONU Ban Ki- Moon deseja que os países árabes aprofundem e ampliem as reformas no sentido de melhorar as vidas, aumentar as oportunidades e avançar a equidade na região.
Nos últimos anos, os cidadãos árabes têm aumentado suas vozes para solicitar uma mudança política, democrática, econômica e o desenvolvimento social, bem
Na mensagem lida por Rima Khalaf, Secretário Executivo da Comissão Económica e Social das Nações Unidas para a Ásia Ocidental (ESCWA), Ban Ki-Moon aplaudiu muitas reformas que estavam ocorrendo na região. Ele elogiou o Rei Abdullah da Arábia Saudita pela recente nomeação de 30 mulheres no Conselho de Shura, saudou a adoção da nova Constituição no Egito, e reafirmou o seu apoio às autoridades da Tunísia, que procuram construir um consenso no projeto de uma Constituição. Ele também saudou o progresso na Líbia e Iémen, e prometeu apoio das Nações Unidas para o Iraque. “Em toda a região, o desafio agora é aprofundar e ampliar esforços para a reforma”, disse o Secretário-geral.
“Em particular, uma nova e esperançosa era para o mundo Árabe demanda que os jovens e as mulheres tenham oportunidades para realizar as suas aspirações. Quando as mulheres árabes aproveitam os seus direitos e têm consciência de todo o seu potencial, elas poderão gerar muitos progressos nas suas comunidades e países”.
Ban Ki-Moon lembrou que a região enfrenta “significativos” desafios
“Para acabar com essas desigualdades de longa duração, nós precisamos de mecanismos que aumentem a participação política, fortaleçam as redes de proteção social e empodere os pobres”, disse ele.
O desenvolvimento na região Árabe tem sido mantido por conflitos longos, injustiças e ocupações, salientou ele, agregado ao impasse no processo de paz Isralense-Palestino é “especialmente preocupante”.
“Nós devemos renovar nosso compromisso coletivo para retomar as negociações significativas que irão realizar as aspirações Palestinas de viver com liberdade e dignidade e em um Estado independente, lado a lado com Israel, em paz e em segurança”, afirmou ele, reafirmando que as nações Unidas está totalmente empenhada em trabalhar com todos os parceiros internacionais e as próprias partes para atingir esse objetivo.
[Centro de Notícias da ONU, 21 de Janeiro]