Segunda, 20 Outubro 2014
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UNICEF – taxa de mortalidade infantil continua a baixar

A taxa de mortalidade de menores de cinco anos continuou a baixar em 2007, segundo novas estatísticas divulgadas, hoje, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Estas novas estimativas indicam uma redução de 27% da taxa de mortalidade dos menores de cinco anos, que passou de 93 mortes por 1000 nados-vivos, em 1990, para 68 mortes por 1000 nados-vivos, em 2007. Nos países industrializados, registam-se, em média, 6 mortes por cada 100 000 nados-vivos.

Segundo estes dados, em 1990, morreram 12,7 milhões de menores de cinco anos, um número que baixou para cerca de 9,2 milhões, em 2007.

“Desde 1960, a taxa de mortalidade de menores de cinco anos baixou mais de 60% no mundo e os novos dados mostram que esta tendência para baixar se mantém”, disse a Directora-Geral da UNICEF, Ann M. Veneman. “Progrediu-se, sem dúvida, mas há ainda muito por fazer”.

A desnutrição contribui para mais de um terço dos 9,2 milhões de mortes de crianças no mundo. Ainda que, desde 1990, se tenha conseguido diminuir a percentagem de menores de cinco anos que sofrem de insuficiência ponderal, estima-se que, no mundo em desenvolvimento, 148 milhões de crianças continuem a estar subalimentadas. Para que estas crianças tenham a possibilidade de sobreviver, há que acelerar as iniciativas que visam responder às necessidades nutricionais das mulheres, dos recém-nascidos e das crianças.

Vários países registaram progressos claros em matéria de redução da mortalidade de menores de cinco anos. Entre eles figuram a RDP do Laos, o Bangladeche, a Bolívia e o Nepal, onde a redução da taxa de mortalidade de menores de cinco anos baixou mais de 50%.

Houve também progressos notáveis em diversas regiões de África. A taxa de mortalidade de menores de cinco anos na Eritreia baixou 52%, entre 1990 e 2007. No Malávi, em Moçambique, no Níger e na Etiópia, essas taxas baixaram mais de 40%, durante o mesmo período.

Continua, no entanto, a ser em África que se encontram as taxas de mortalidade de crianças mais elevadas do mundo. Na Serra Leoa, 262 crianças em cada 1000 morrem antes de terem cinco anos.

“Os recentes dados mostram também melhorias animadoras em numerosas intervenções de saúde, como o aleitamento materno exclusivo desde o nascimento, a vacinação contra a rubéola, os suplementos de vitamina A, a utilização de redes mosquiteiras impregnadas de insecticida contra a malária e a prevenção e tratamento do VIH/SIDA”, disse Ann M. Veneman, para quem estas intervenções deverão continuar a fazer baixar a mortalidade infantil nos próximos anos.

 (Baseado numa notícia produzida pelo Centro de Notícias da ONU a 12/09/2008)

 

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